Central do Timão
·15 Januari 2026
Presidente do Corinthians atualiza negociação com a Caixa e anuncia criação de comitê para analisar dívida

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Um dos principais percalços para o Corinthians equalizar a dívida é o montante que deve pagar à Caixa Econômica Federal pela construção da Neo Química Arena. Além disso, um acordo assinado entre as partes bloqueia parte dos valores recebidos pelo clube, dificultando o fluxo de caixa. O presidente Osmar Stabile falou sobre as negociações, que estão na fase de avaliação do valor real do estádio.
“Nós conversamos, nós estamos na fase de valuation. Você sabe que a Caixa é uma empresa estatal, 100% estatal. Então, o processo é um pouco demorado, diferente de quando você tem uma empresa mista, em que a coisa pode andar um pouco mais rápido. Eles têm que passar por vários processos, várias aprovações. Então, o processo demora um pouquinho mais. A gente ainda está nessa fase de valuation. Acredito que isso será atendido o mais breve possível, acho que durante esse mês a gente termina esse valuation e aí a gente passa a conversar. Como eu disse para vocês, temos aí duas ou três frentes. Hoje nós temos três frentes que a gente pode tentar para resolver o problema da Caixa”, disse o mandatário ao Alambrado Alvinegro.

Foto: Rodrigo Coca/Ag. Corinthians
Uma das possibilidades é a renegociação da dívida, mudando o índice de juros, o que poderia diminuir o valor bruto pago pelo clube ao banco estatal. Em 2025, foram cerca de R$ 93 milhões pagos em quatro parcelas para a Caixa. Além disso, também existe a possibilidade de troca nos naming rights.
Por conta deste contrato com a Caixa, firmado em 2022, o Corinthians está em processo de criação de um comitê para analisar todos os acordos feito pelo clube. Isso visa revisar qual a dívida real do Corinthians, visto que muitas dívidas vem sendo pagas e cobradas nos últimos anos.
“O comitê já está formado e será lançado esta semana para gerir todos os contratos do Corinthians com a Caixa Econômica Federal. O grupo analisará desde o documento original até o atual, verificando cada pagamento efetuado. Existem muitos comentários de que o clube nunca pagou nada, por isso queremos apurar todos os valores quitados até agora, incluindo juros e correções, para entender a real situação atual“, disse Stabile.
“A dificuldade financeira é enorme. Este ano, por exemplo, o compromisso com a Caixa gira em torno de R$ 110 milhões. Para um clube na nossa realidade atual, levantar esse montante é um desafio imenso. Já temos R$ 34 milhões retidos na instituição; infelizmente, a premiação da Copa do Brasil ficou bloqueada lá, o que nos impediu de utilizar o recurso para honrar outros direitos que já estavam comprometidos“, completou.
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