Papo na Colina
·18 Mei 2026
Qual foi o último jogador do Vasco a estar numa Copa do Mundo?

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·18 Mei 2026

O técnico Carlo Ancelotti convoca os jogadores que vão integrar a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026. E o Vasco tem como desafio de encerrar um hiato histórico que já dura quase três décadas. A última vez que um atleta do elenco cruz-maltino integrou o grupo final da Brasil em um Mundial foi em 1998, na França, com o goleiro Carlos Germano. Antes dele, na conquista do tetracampeonato em 1994, o zagueiro Ricardo Rocha foi o representante da instituição na vitoriosa campanha nos Estados Unidos.
Desde a participação do eterno paredão campeão da Libertadores daquele mesmo ano, o Gigante da Colina não teve outros jogadores convocados enquanto atuavam em São Januário, um jejum que incomoda a tradição do clube de ser base para a equipe nacional.
Para o Mundial deste ano, a esperança de quebrar essa marca repousa sobre um nomes que vive um momentos irregular no elenco de Renato Gaúcho: o lateral Paulo Henrique. Ele é o nome mais próximo, figurando na pré-lista oficial da CBF, mesmo enfrentando o desafio de uma entorse no tornozelo direito sofrida recentemente.

Paulo Henrique vive expectativa de ir pra Copa – Foto: Fábio Pinto
Além do lateral, as crias da base Andrey Santos e Rayan, que defendem Chelsea e Bournemouth, respectivamente, aparecem como opções reais para a lista definitiva de Carlo Ancelotti.
Andrey Santos, consolidado no clube londrino desde 2023, mantém a regularidade técnica e o vigor físico necessários para atuar no meio-campo internacional.
Já o atacante Rayan, negociado pelo Vasco para a Premier League nesta temporada e onde vem arrancando elogios, personifica a renovação ofensiva buscada pela comissão técnica da seleção, sendo a maior venda da história de São Januário.

Andrey Santos e Rayan, crias da Colina – Foto: Reprodução Instagram
A trajetória de ídolos como Ricardo Rocha e Carlos Germano serve como inspiração para o atual grupo, que busca devolver o protagonismo ao Gigante da Colina. Em 1994, o zagueiro foi peça de experiência no grupo de Parreira, enquanto em 1998 o arqueiro levou a segurança de suas atuações pelo Vasco para o banco de reservas de Zagallo. Esses registros históricos mostram a força que o clube sempre teve na formação de elencos vencedores e a importância de reconectar a cruz de malta com a amarelinha.

Ricardo Rocha era zagueiro e capitão do Vasco quando foi campeão mundial em 94 – Foto: Reprodução
A decisão final de Carlo Ancelotti definirá o destino técnico de nomes como Andrey Santos e o jovem Rayan para os próximos anos. O Vasco aguarda a divulgação oficial da lista com a expectativa de que o trabalho de reestruturação técnica seja coroado com ao menos uma vaga no Mundial. O fim do jejum de 28 anos é tratado internamente como um marco necessário para que o clube retome sua posição de elite e atraia novos investimentos estratégicos para a sequência do calendário esportivo de 2026.

Carlos Germano na Copa de 98 – Foto: Reprodução
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