QUEBRANDO RECORDES: De volta, Dorival já entrou para a história do São Paulo sem nem estrear | OneFootball

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·16 Mei 2026

QUEBRANDO RECORDES: De volta, Dorival já entrou para a história do São Paulo sem nem estrear

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Anunciado nesta sexta-feira (15) como novo treinador do São Paulo para o restante da temporada, Dorival Júnior entrou par história tricolor: tornou-se apenas o quarto técnico da história a dirigir efetivamente clube por uma terceira vez.

O comandante iniciou a relação dele com o Tricolor em julho de 2017. A primeira passagem foi encerrada em março de 2018, mas o vínculo foi retomado em abril de 2023. Nessa temporada, os são-paulinos sagraram-se de um torneio inédito: a Copa do Brasil. O feito chamou a atenção da Seleção Brasileira, que recorreu aos serviços do treinador, retirando-o do Morumbi, em dezembro daquele ano.


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Antes de Dorival, apenas três grandes ícones tricolores estiveram à frente do elenco em ao menos três oportunidades: Vicente Feola, Jose Poy e Muricy Ramalho.

A pessoa que mais vezes escalou um time do São Paulo em todos os tempos (562 vezes), Vicente Feola foi o treinador efetivo do clube em sete (!) ocasiões: de 1937 a 1938; de 1938 a 1939; de 1941 a 1942; de 1947 a 1951; de 1951 a 1953; de 1955 a 1957; e de 1959 a 1960 – além de inúmeras outras vezes interinamente. Foi bicampeão paulista em 1948 e 1949 e, principalmente, campeão da Copa do Mundo com a Seleção Brasileira, em 1958, ainda como funcionário são-paulino.

Grande ídolo dentro das quatro linhas, com uma excepcional carreira como goleiro – e sendo um dos maiores responsáveis pela construção do MorumBIS, como vendedor de cadeiras cativas –, o argentino Jose Poy também se destacou como treinador do clube. Ele esteve na função entre 1964 e 1965, em 1972, entre 1973 e 1976 e, por fim, entre 1982 e 1983. Deixou como legado uma das melhores defesas de todos os tempos, o recorde de número de jogos invicto (47) e o troféu de Campeão Paulista de 1975.

O segundo técnico no ranking histórico, Muricy Ramalho, chefiou o grupo tricolor em 1996 – após a triste saída de Telê Santana –, entre 1996 e 1997 e entre 2013 e 2015, e conquistou o posto de segundo maior vencedor de títulos do clube, com cinco conquistas: o Tricampeonato Brasileiro de 2006, 2007 e 2008, a Copa Conmebol de 1994e a Copa Master Conmebol de 1996 (essas duas últimas, como técnico substituto de Telê).

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