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·22 April 2026

Quem é a Jacuipense, rival do Palmeiras na Copa do Brasil?

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A Jacuipense completou 61 anos de fundação nesta terça-feira, 21 de abril de 2026. Menos de 48 horas depois, o clube de Riachão do Jacuípe entra no Allianz Parque para enfrentar o Palmeiras pela 5ª fase da Copa do Brasil — o maior jogo da história do Leão do Sisal. O torcedor palmeirense provavelmente nunca ouviu falar desse adversário. Talvez devesse.

O que é a Jacuipense?

A Jacuipense é um clube baiano fundado em 21 de abril de 1965 na cidade de Riachão do Jacuípe, a cerca de 180 km de Salvador. Joga de grená e branco, tem como estádio o Valfredão e carrega o apelido Leão do Sisal — referência direta à principal cultura agrícola da região, que tornou a cidade conhecida no interior da Bahia.


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Atualmente disputa a Série D do Campeonato Brasileiro, a quarta divisão nacional. Mas não se deixe enganar pela divisão: o clube é presença constante na elite do Baianão desde 2013 e acumula cinco participações em semifinais do Estadual nas últimas sete temporadas. Vice-campeão baiano em 2022 e 2023, o Leão do Sisal é, há anos, o time do interior que mais incomoda os grandes da Bahia.

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Time da Jacuipense enfrentando o Bahia

Como a Jacuipense chegou à 5ª fase da Copa do Brasil?

A campanha do Jacuipense na Copa do Brasil 2026 é a melhor de sua história em competições nacionais — e não há exagero nisso. O clube é o único representante da Série D ainda vivo no torneio, algo inédito para um time da quarta divisão neste estágio da competição.

O caminho até o Allianz Parque passou pela eliminação de três adversários, fase por fase:

  1. 2ª fase — Ceilândia-DF: empate por 1 a 1 no tempo regulamentar (Thiaguinho marcou pelo Leão do Sisal), com classificação nos pênaltis. O goleiro Marcelo foi o herói da noite.
  2. 3ª fase — Santa Catarina Clube: vitória por 1 a 0 fora de casa, em Rio do Sul (SC), em 11 de março de 2026.
  3. 4ª fase — Novorizontino-SP: empate por 0 a 0 no tempo regulamentar, em Pituaçu (Salvador), em 18 de março. Nos pênaltis, Jacuipense venceu por 5 a 4 — a maior zebra da competição até aqui.

O Novorizontino é atual vice-campeão paulista e disputou a Série B em 2025. A campanha já rendeu ao clube aproximadamente R$ 4,85 milhões em premiações — um valor transformador para uma instituição da quarta divisão.

Como foi o Baianão 2026 da Jacuipense?

No Campeonato Baiano de 2026, a Jacuipense foi semifinalista. O campeão estadual foi o Bahia, que derrotou o Vitória por 2 a 1 na final, com dois gols de Jean Lucas, na Arena Fonte Nova. O Leão do Sisal terminou a fase classificatória em terceiro lugar, com 13 pontos.

Nas semifinais, o clube foi eliminado pelo Vitória no Barradão: empate em 1 a 1 no tempo regulamentar e derrota nos pênaltis por 4 a 2. Thiaguinho e Flavinho desperdiçaram cobranças pela Jacuipense.

Apesar de não chegar à final, o clube foi o que mais colocou jogadores na seleção oficial do Baianão 2026: cinco atletas foram eleitos para a equipe ideal — goleiro Marcelo, zagueiro Weverton, lateral-direito Diego Bolt, volante Vinicius Amaral e meia Thiaguinho. O técnico Rodrigo Ribeiro foi eleito o melhor treinador do torneio.

Quem são os destaques do elenco?

O principal nome ofensivo é Flavinho, atacante nascido em Salvador. O jogador foi artilheiro do Campeonato Baiano de 2025 com quatro gols em 11 partidas e renovou com o clube para a temporada de 2026 após passagem por empréstimo ao Treze-PB.

No gol, Marcelo é uma das peças mais importantes do time: foi ele quem brilhou na disputa de pênaltis contra o Ceilândia, na 2ª fase da Copa do Brasil. O zagueiro Weverton garante solidez defensiva. No meio-campo, Thiaguinho é o criador de jogadas e marcou o gol que abriu o caminho da classificação sobre o Ceilândia — e também na seleção do Baianão.

O técnico Rodrigo Ribeiro foi eleito o melhor treinador do Campeonato Baiano 2026 e é o grande arquiteto da campanha histórica. Seu sistema de jogo compacto e difícil de ser batido já eliminou adversários de divisões superiores.

Por que o Palmeiras não pode entrar em campo no automático?

A diferença entre os dois clubes em orçamento, elenco e estrutura é abissal. O Verdão possui o segundo elenco mais valioso das Américas; a Jacuipense disputa a quarta divisão nacional. No papel, não há jogo.

Na prática, há dois alertas que o Palmeiras não pode ignorar.

Primeiro: a Jacuipense chega rodada. Enquanto o Alviverde estreia agora na Copa do Brasil, o Leão do Sisal disputou três partidas eliminatórias, tem ritmo de competição e a confiança de ter derrubado adversários de divisões superiores — incluindo um time da Série B nos pênaltis. Times que chegam longe nesse torneio constroem resiliência jogo a jogo. E isso conta.

Segundo: o formato da Copa do Brasil exige gestão do resultado. Um tropeço no primeiro jogo no Allianz Parque não encerra a classificação — mas cria pressão desnecessária para a volta. E a partida de volta foi ainda mais complicada de se planejar: a Jacuipense vendeu o mando de campo por R$ 1,5 milhão ao não ter condições estruturais para receber o jogo na Bahia. O Valfredão, em Riachão do Jacuípe, tem capacidade para apenas 5.000 torcedores — bem abaixo dos 10.000 exigidos pela CBF para fases avançadas. O jogo de volta será em Londrina (PR), no Estádio do Café, em 13 de maio.

Perguntas frequentes

O que é a Jacuipense?

A Jacuipense é um clube de futebol fundado em 21 de abril de 1965 em Riachão do Jacuípe, no interior da Bahia. Disputa a Série D do Campeonato Brasileiro e é conhecida como Leão do Sisal. Em 2026, chegou à 5ª fase da Copa do Brasil — a melhor campanha de sua história em competições nacionais.

A Jacuipense foi campeã do Baianão 2026?

Não. O campeão do Baianão 2026 foi o Bahia, que derrotou o Vitória por 2 a 1 na final. A Jacuipense foi semifinalista, eliminada pelo Vitória nos pênaltis por 4 a 2 (após empate em 1 a 1), mas foi o clube com mais representantes na seleção oficial do torneio: cinco jogadores e o melhor técnico.

Quem é o técnico da Jacuipense?

O técnico é Rodrigo Ribeiro, eleito o melhor treinador do Campeonato Baiano de 2026. Ele montou uma equipe compacta e resistente, capaz de eliminar o Novorizontino nos pênaltis na 4ª fase da Copa do Brasil.

Palmeiras e Jacuipense já se enfrentaram antes?

Não. Segundo levantamento do oGol, os dois clubes nunca se enfrentaram em jogos oficiais no cenário nacional. O duelo desta quinta-feira (23) é inédito na história dos dois clubes.

Por que o jogo de volta será em Londrina e não na Bahia?

A Jacuipense vendeu o mando de campo por R$ 1,5 milhão. O motivo é estrutural: o Valfredão, estádio do clube em Riachão do Jacuípe, comporta apenas 5.000 torcedores — abaixo dos 10.000 exigidos pela CBF para fases avançadas da Copa do Brasil. O jogo de volta será disputado no Estádio do Café, em Londrina (PR), em 13 de maio.

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