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·11 Februari 2026

Reformulação continua e gigante do Brasileirão pode ter mais baixas

Gambar artikel:Reformulação continua e gigante do Brasileirão pode ter mais baixas

O Santos segue empenhado em redesenhar o perfil do seu elenco para a sequência da temporada 2026. Com dificuldades financeiras e desempenho abaixo do esperado em alguns setores, a diretoria trabalha nos bastidores para promover novas saídas, especialmente de jogadores que não fazem parte dos planos imediatos da comissão técnica. No entanto, o processo tem sido mais lento do que o previsto, já que depende de propostas que agradem tanto ao clube quanto aos atletas envolvidos.

A estratégia passa, principalmente, por diminuir a folha salarial e abrir espaço para reforços mais alinhados ao projeto esportivo. O problema é que muitos dos jogadores colocados no mercado possuem contratos longos ou salários elevados, o que dificulta as negociações. Em alguns casos, mesmo com sondagens e ofertas na mesa, a decisão final tem sido barrada pela falta de interesse dos próprios atletas em deixar a Vila Belmiro.


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Entre contratos longos e oportunidades limitadas

Um dos principais exemplos desse impasse é o atacante Tiquinho. Com vínculo até o fim de 2027 e vencimentos considerados altos para a realidade atual do clube, ele recebeu propostas recentes de Remo e Coritiba, mas optou por permanecer no Santos. A permanência, embora respeitada internamente, representa um desafio para o planejamento financeiro.

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Situação semelhante vive o zagueiro paraguaio Alexis Duarte. Fora dos planos iniciais, ele foi colocado no mercado, mas ainda não despertou interesse concreto de outros clubes. Com a lesão de João Basso, existe a possibilidade de que volte a ser relacionado, ao menos como opção no banco de reservas. Mesmo assim, sua avaliação interna segue negativa, assim como a de Alex Nascimento, outro defensor que perdeu espaço.

No setor ofensivo, o caso mais delicado é o de Benjamín Rollheiser. Contratado por R$ 65 milhões junto ao Benfica e com contrato até 2028, o argentino não conseguiu se firmar como titular. Apesar do investimento elevado, a diretoria admite que pode negociar o jogador, desde que receba valores próximos ao que foi pago. O principal obstáculo, porém, é o fechamento das principais janelas europeias.

Com Portugal, Espanha, França, Alemanha e Inglaterra fora do mercado no momento, o Santos volta suas atenções para o cenário nacional, onde as transferências seguem abertas até 3 de março. A expectativa é de que, até lá, novas movimentações possam destravar saídas e aliviar o orçamento.

Desde o início do ano, quatro jogadores já deixaram o clube: Souza, vendido ao Tottenham, Guilherme, negociado com o Houston Dynamo, Bilal Brahimi, transferido para o Estrela da Amadora, e Gustavo Caballero, que foi para o Portsmouth. Esses movimentos indicam que a reformulação está em andamento, mas ainda longe de ser concluída.

Entre limitações financeiras, contratos extensos e um mercado restrito, o Santos vive um momento de transição delicado. A diretoria aposta na paciência e na estratégia para ajustar o elenco sem comprometer o futuro esportivo, buscando equilíbrio entre competitividade e responsabilidade administrativa.

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