Sabino diz que derrota em clássico é o ‘fim do mundo’ só no vestiário e pede mais tempo para Roger Machado trabalhar | OneFootball

Sabino diz que derrota em clássico é o ‘fim do mundo’ só no vestiário e pede mais tempo para Roger Machado trabalhar | OneFootball

In partnership with

Yahoo sports
Icon: AVANTE MEU TRICOLOR

AVANTE MEU TRICOLOR

·22 Maret 2026

Sabino diz que derrota em clássico é o ‘fim do mundo’ só no vestiário e pede mais tempo para Roger Machado trabalhar

Gambar artikel:Sabino diz que derrota em clássico é o ‘fim do mundo’ só no vestiário e pede mais tempo para Roger Machado trabalhar

O zagueiro Sabino, visivelmente abatido com a derrota do São Paulo por 1 a 0 para o Palmeiras na noite desta quarta-feira (21), pelo Brasileirão, foi um dos jogadores a falar nos corredores do Morumbi para tentar explicar o ocorrido no apático jogo do Tricolor.

O defensor ponderou, dizendo que dentro do vestiário sim, é o fim do mundo aos jogadores, mas que o novo treinador Roger Machado ainda precisa de muito tempo para conseguir implementar de vez suas ideias na equipe.


Video OneFootball


“Ninguém gosta de perder um clássico. É difícil falar com o torcedor isso, pedir paciência, pedir pra eles entenderem, porque não é fácil você perder um clássico. Ninguém gosta de perder clássico, se você for ver o nosso vestiário é o fim do mundo pra nós, perder um clássico, ninguém gosta, porque é um campeonato à parte o clássico, isso não tem como negar”, falou Sabino, que seguiu.

Mas não é o fim do mundo né, tem um campeonato pela frente gigantesco, nós chegamos na 1ª posição com praticamente todos falando que não iríamos, que nós iríamos lutar contra o rebaixamento. Não é mil maravilhas você estar em primeiro, e também não é o fim do mundo você perder dois jogos, obviamente que todos ficamos chateados, isso é notório, isso é nítido”, completou.

No entanto, o atleta ressaltou que o ainda recém chegado Roger precisa de tempo para conseguir trabalhar e desenvolver seus treinos no CT da Barra Funda.

“Eu não vou pedir que o torcedor tenha paciência, mas nós sabemos, quem trabalha no meio do esporte, que é muito difícil quando você tem uma mudança. E o Roger não teve tempo praticamente para nós treinarmos. Não teve essa sequência de treino. Era mais vídeo, mais falar dentro do campo. Eu não tenho dúvida que nós vamos conseguir criar oportunidade de gol. Porque o professor Roger é muito capacitado. Ele tem colocado para nós essa confiança de poder jogar com alegria. Obviamente todos nós ficamos chateados, mas não podemos esquecer que nós estamos em segundo no brasileiro. Acho que isso não pode ser esquecido”.

“Temos que entender o processo de um novo professor. Não tenho dúvidas que nós vamos conseguir progredir em chance de gols, de jogadas criadas, porque o professor passa muito isso pra nós, passa muitos treinos, o gol que nós levamos hoje, nós já sabíamos que poderia acontecer, então ele deixa tudo mastigado pra nós. E tem muita coisa que é nós jogadores. Tem muita coisa que passa muito pelo treinador em si, mas nós também temos essa consciência”.

“Mas agora vamos ter uma parada, vamos ter uma sequência de semanas de trabalho. Como eu falei, eu tenho certeza que nós vamos evoluir. o nosso grupo é muito bom, é um grupo muito comprometido com o treinador, com o professor Roger, que tem nas ensinado novas jogadas, tem nos ensinado novas maneiras de agir de acordo com o jogo. Eu tenho certeza que nós vamos progredir”, concluiu o zagueiro são-paulino.

Para manter vivo o sonho de título (ou pelo menos de um Brasileirão digno, com posição alta e vaga na Libertadores), Roger vai ter de trabalhar bastante durante a pausa do calendário para a Data Fifa. Tempo para isso ele terá: o Tricolor só volta a campo no dia 1/4 (quarta-feira), às 19h30 (de Brasília), contra o Internacional, fora de casa.

Lihat jejak penerbit