Sincerão! Renato Gaúcho barra empolgação no Vasco, pede reforços e diz como encontrou o grupo pós-Fernando Diniz: “Vão achar que estou criticando” | OneFootball

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Papo na Colina

·26 Maret 2026

Sincerão! Renato Gaúcho barra empolgação no Vasco, pede reforços e diz como encontrou o grupo pós-Fernando Diniz: “Vão achar que estou criticando”

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O clima nos bastidores do Vasco sofreu uma transformação gigantesca sob a liderança do técnico Renato Gaúcho, que faturou dez pontos em 12 possíveis e sustenta uma fundamental invencibilidade no campeonato. O comandante se reapresentou com o grupo de jogadores na tarde desta última quarta-feira (25) para iniciar o cronograma de preparação durante o período sem partidas da Data Fifa. O ambiente positivo reflete diretamente nas interações diárias do profissional com os torcedores vascaínos nas praias cariocas, mas o discurso interno segue pautado na extrema cautela.

Durante uma entrevista exclusiva que irá ao ar na íntegra nesta sexta-feira (27) no portal ge e no programa Tá On do canal Sportv, o treinador detalhou o assédio da torcida e freou qualquer tipo de empolgação exagerada:


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“Vou à praia, e a torcida não me deixa em paz, me abraça, beija, chora (risos). Torcedor é assim. Mas, calma, gente. A gente precisa trabalhar bastante ainda. Estou bem com os pés no chão”.

Alerta sobre o elenco do Vasco e a janela da Copa do Mundo

Apesar da ascensão meteórica na tabela de classificação, o treinador enxerga de forma muito realista que o Vasco conta com um grupo de atletas bastante reduzido para suportar o volume de competições. A comissão técnica apontou a necessidade imperativa de buscar novos reforços na segunda janela de transferências, avaliando que a pausa de meio de ano provocada pela Copa do Mundo servirá como o cenário perfeito para a diretoria oxigenar o vestiário com nomes de peso vindos principalmente do mercado da Europa.

O comandante revelou o teor das conversas com a alta cúpula associativa sobre as carências da equipe:

“Converso bastante com o Pedrinho e com a diretoria. Nessa parada durante a Copa do Mundo, na abertura da janela, a gente precisa de reforços para a gente pensar ainda maior. E querer algo nessas competições que a gente vai disputar. Tenho 24 jogadores, com três garotos da base. O nosso grupo está muito reduzido, e a gente quer trazer jogadores que vão nos ajudar”.

A diretoria cruz-maltina realizou fortes investimentos na primeira janela da temporada e atualmente lida com um orçamento mais limitado, descartando contratações emergenciais até o fechamento desta janela doméstica na sexta-feira (27). O calendário a partir do mês de abril exigirá muito vigor físico do plantel atual, visto que a agremiação disputará 17 partidas decisivas até o final de maio (31), divididas entre o Brasileirão, a fase de grupos da Copa Sul-Americana e a quinta fase da Copa do Brasil.

Virada de chave tática e a entrega dos jogadores

A grande revolução promovida pelo ídolo no comando do Gigante da Colina está diretamente ligada à profunda mudança de postura e atitude dos atletas dentro das quatro linhas. O técnico trabalhou incansavelmente o aspecto psicológico para resgatar a confiança do grupo e tirar a equipe da incômoda lanterna do campeonato, impulsionando a instituição carioca para a nona posição geral.

Ele fez questão de explicar a injeção de ânimo implementada sem criticar a gestão anterior:

“Não quero entrar em mérito de como encontrei o grupo porque têm pessoas que vão achar que estou fazendo críticas ao trabalho do Diniz e não tenho nada a ver com o trabalho do Diniz. Gosto e me dou bem com ele. Não tivemos tempo para treinar e pegamos sequência de times que vão brigar lá em cima, Palmeiras, Cruzeiro, Fluminense e o Grêmio. Conversei, tive uma ideia e coloquei na cabeça deles que precisavam jogar com confiança e entrega. Foi o tal do ‘tesão’”.

A estratégia de inflamar o brio dos jogadores surtiu um efeito imediato diante dos adversários mais complexos da competição nacional de pontos corridos. O treinador detalhou como mobilizou o vestiário vascaíno para buscar os impressionantes 10 pontos conquistados na sequência recente:

“Falei: ‘não tem torcedor que vai vaiar se vir o time se entregando e correndo, pegando, pode ter certeza’. O Vasco tinha quatro jogos e um ponto. É difícil fazer um ponto de 12, a conta vai chegar lá na frente. Toda rodada é difícil. O Brasileiro é o mais difícil do mundo. Fizemos 10 pontos de 12 contra esses quatro grandes”.

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Renato Gaúcho sabe que o Vasco precisa de mais jogadores – Foto: Matheus Lima/Vasco

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