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Revista Colorada

·19 April 2026

Sobre os protestos da torcida após a derrota para o Mirassol; Fabinho Soldado se pronunciou

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Na manhã deste domingo, no estádio Beira-Rio, o Internacional entrou em campo com chances de ingressar na primeira metade da tabela do Brasileirão. Para isso, bastava vencer o lanterna da competição nacional, diante de mais de 30 mil torcedores no Gigante. O placar final, no entanto, foi de mais uma derrota, desta vez para o Mirassol.

Em virtude das circunstâncias do confronto, os protestos da torcida iniciaram ainda no final do primeiro tempo. O time foi para o intervalo sob muitas vaias e ouvindo cânticos por mais “raça”. Já na etapa final, cobranças foram feitas para Anthoni, Alan Patrick e Félix Torres, além dos gritos de “time sem vergonha” assim que o juiz apitou o final do confronto.


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Diante disso, a expectativa era de um forte protesto de torcedores do Internacional após o confronto. Diversos adeptos chegaram a esperar os atletas para cobrar por mais um revés. Contudo, no estacionamento do estádio Beira-Rio, a Polícia foi acionada para impedir qualquer ação potencialmente criminosa dos torcedores presentes.

“Resumo de uma gestão incopetente”, destacou a organizada “Camisa 12” após ser impedida de protestar de forma veemente pelos seguranças presentes no local. Barras de proteção foram colocadas na área onde ficam os veículos dos atletas e, na saída da garagem, um novo cordão de defesa foi feito para impedir qualquer atitude mais forte.

Por fim, o próprio Internacional acabou blindando os jogadores. Todos os atletas relacionados deixaram o Gigante de uma única vez, acompanhados de seus familiares. Eles foram escoltados até seus veículos. Diante de todo esse cenário, não está descartado um novo protesto no decorrer da semana, desta vez no CT Parque Gigante.

Representando o Clube do Povo, o único que parou para conversar com os torcedores foi Fabinho Soldado. Ao invés de ir diretamente para seu veículo, o diretor executivo foi até a grade, onde estavam os colorados, e ouviu as principais reclamações.

“Eu vim pois tenho um carinho enorme pelo clube e sei da dificuldade que nós estamos. Vamos fazer o possivel e o impossível. Eu estou aqui para representar tanto os jogadores quanto o clube. Eu vim entendendo o tamanho do desafio e estou super feliz de estar aqui. O que posso dizer é que vamos fazer o que estiver ao nosso alcance”, disse o dirigente, em parte do contato com os torcedores.

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