Jogada10
·12 Juni 2026
Técnico ignora invasão bósnia e confia em torcida do Canadá

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O técnico Jesse Marsch minimizou a expectativa de uma “invasão bósnia” no Toronto Field. Para o treinador do Canadá, o estádio “será vermelho, não azul” na estreia da Copa do Mundo, marcada para sexta-feira (12), às 16h. A pergunta sobre a presença bósnia havia sido feita ao capitão Stephen Eustáquio. Cerca de 10 mil torcedores “visitantes” são esperados no estádio para o confronto. Ainda assim, o meia se mostrou confiante na resposta do público canadense.
“Os canadenses estarão lá para nos apoiar. Tivemos experiência na Copa América, contra a Venezuela. Tivemos cinco, seis jogos que foram difíceis. Os canadenses vão aparecer e cantarão alto”, disse Eustáquio. Em seguida, Marsch completou o raciocínio do capitão e reforçou o recado sobre a torcida.
Marsch também destacou a bagagem do grupo em grandes competições. Segundo o treinador, parte considerável do elenco já viveu a experiência de uma Copa do Mundo e está acostumada à pressão de jogos decisivos. “Treze desses jogadores foram para o Catar, dez jogaram lá. Temos jogadores que jogam Champions League, jogos importantes… eles estão acostumados. A Copa em casa é especial. No fim, entendemos o que é isso”, afirmou o técnico.

Seleção canadense estreia nesta sexta-feira (12) como anfitriã da Copa do Mundo – Foto: CANMNT_Official
Por outro lado, a seleção canadense terá um desfalque de peso na abertura do torneio. Alphonso Davies, um dos principais nomes do elenco, não estará à disposição para o duelo contra os bósnios. Entretanto, Marsch trouxe boas notícias sobre a recuperação do lateral. “Fizemos uma ressonância magnética ontem e os resultados foram muito positivos, mostrando que ele está bem, quase completamente recuperado. Ele não estará disponível amanhã, mas está demonstrando uma ótima recuperação”, contou o treinador.
Ademais, o técnico ainda comentou sobre a identidade do elenco canadense, formado por jogadores de diferentes origens. Para o treinador, o multiculturalismo do país se reflete dentro do grupo e funciona como um ponto forte da equipe. “Sempre criei um ambiente em que as diferenças nos deixam mais fortes. Fiquei impressionado com o quanto eles se amam. Todos eles são muito canadenses, têm muito orgulho de usar a camisa e cantar o hino nacional”, disse.
Além da Bósnia, o Canadá enfrenta o Catar no dia 18 de junho, às 19h, em Vancouver. A fase de grupos se encerra, por fim, contra a Suíça, no dia 24, também em Vancouver, às 16h.







































