Zerozero
·25 Juli 2026
Velhos conhecidos não querem ser esquecidos: os destaques do Sporting no Cinco Violinos

In partnership with
Yahoo sportsZerozero
·25 Juli 2026

O Sporting continua a preparar a nova época e, este sábado noite, realizou o seu terceiro jogo de preparação aberto ao público e à comunicação social, depois da vitória sobre o Strasbourg (7-0). Os leões tiveram alguns altos e baixos ao longo da partida, mas mostrando evidentes sinais positivos, especialmente no ataque e no capítulo da pressão
Frente ao Monaco, no Troféu Cinco Violinos, os leões mostraram-se superiores ao Monaco (2-0) e contaram com algumas caras da época passada a mostrar serviço, criando rotinas interessantes com algumas das muitas caras novas. Há potencial a ser formado, mas caminho a trilhar para chegar ao nível desejado.
Ao fim destes terceiros 90 minutos públicos da nova temporada, o zerozero analisa os principais destaques verde e brancos, deixando também um olhar detalhado sobre as exibições dos reforços e dos mais jovens.
Rafael Nel: voltou a ser o eleito para a titularidade - com Ioannidis e Luis Suárez a começar no banco - e fez um belo trabalho de pivot ofensivo. Segurou, rodou, libertou para os colegas e foi permitindo uma boa fluidez ofensiva na melhor fase da equipa. Fez um grande passe a desmarcar Flávio Gonçalves, aos 17', na cara do golo, mas também foi perdulário, aos 13', quando o isolaram, acabando por se redimir com um bom golo na 2ª parte;
Sergi Altimira: embora com uma personalidade bem distinta - à primeira vista, pelo menos -, futebolísticamente falando, tem muitas semelhanças ao seu antecessor. É o cérebro da equipa a nível posicional no meio campo e vai tentando ditar os ritmos da construção, na primeira fase ou mais adiantado. Teve menos chegada à área oposta que em outros jogos, mas foi sempre muito certinho na marcação e capítulo defensivo;
Luís Guilherme: é um extremo bem diferente de Geny Catamo, mas a sua verticalidade pode resolver muitos jogos. Entrou bem, faz uma bela assistência e foi combinando bem com Vagiannidis até o grego sair. Com as muitas mexidas, foi tendo menos bola;
Rodrigo Zalazar: para este jogo surgiu atrás do ponta de lança, mas com a liberdade posicional que lhe é habitual, deambulando mais para a direita. À sua imagem, foi atrevido no passe e no remate, mas ainda sem o entrosamento - natural - ideal com os colegas. Na pior fase da equipa, na 1ª parte, tentou baixar para ajudar a ligar, mas não trouxe grandes melhorias ao jogo;
Issa Doumbia: ao contrário do visto na maioria dos jogos de preparação até aqui, surgiu no miolo, mais recuado, mas com enorme liberdade posicional para se juntar ao ataque. Ofensivamente destacou-se menos, apesar do à vontade físico, mas defensivamente teve bons momentos, especialmente na ajuda a contrariar transições adversárias. Fez vários cortes de qualidade no chão, mas, a certa altura, abusou desse recurso;
Silas Andersen: quando joga ao lado de Altimira - poucos minutos neste jogo - dá uma enorme dimensão física e defensiva ao meio campo leonino, embora até seja um médio que parece gostar de se aproximar do ataque. Foi coeso defensivamente - a fazer de Altimira -, mas com bola desapareceu um pouco com o descaracterizar do jogo;
Jesse Derry: voltou a merecer a confiança e entrou para a ala esquerda. Começou discreto e com pouca bola, mas teve um momento delicioso, com um belo remate cruzado aos 68', que culminou no 2-0. Que bela estreia em Alvalade;
Pedro Lima: entrou para o lugar de Altimira e dá, claramente, algo muito diferente ao jogo. É um médio esforçado, normalmente apelidado de box-to-box, mas teve, no geral, pouca bola. Mostra-se útil na pressão, mas não foi o melhor jogo para se mostrar;
Eduardo Felicíssimo: ao lado de Eduardo Quaresma - mais uma vez -, teve a clara missão de pressionar Golovin e Biereth alto e foi tendo bastante sucesso nessa missão de impedir a ligação monegasca na frente. No capítulo da construção, por sua vez, foi ligeiramente mais errático quando pressionado;
Flávio Gonçalves: ao contrário do visto noutros jogos de pré-época, partiu da esquerda e pareceu render bem menos do que nas costas do avançado. Foi menos chamado ao jogo, teve menos espaço para ser associativo e foi desaparecendo, até sai ao intervalo. Teve uma grande perdida aos 17'.
Rodrigo Dias: foi o único B com a chance de saltar do banco para se mostrar e entrou para o lugar de Maxi Araújo. Tentou mostrar-se ativo ofensivamente, mas a equipa não estava com o mesmo fulgor e dinamismo para que se mostrasse. Defensivamente, nada a apontar no pouco tempo em campo.
Langsung







































