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·26 gennaio 2026

11 depósitos de dirigente do São Paulo a ex meia também levantam investigação

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11 depósitos de dirigente do São Paulo a ex meia também levantam investigação

A Polícia Civil de São Paulo passou a investigar uma série de 11 transferências bancárias consideradas suspeitas enviadas pelo supervisor de futebol do São Paulo Futebol Clube, Michel Gazola, ao meio-campista Igor Gomes, atualmente no Atlético Mineiro. As operações ocorreram entre novembro de 2023 e maio de 2025, ou seja, após a transferência do jogador para o clube mineiro, e totalizam pouco mais de R$ 73 mil, segundo relatório do Coaf citado no inquérito. Informações do Portal Metrópoles.

Os valores são mencionados no inquérito que apura um esquema de lavagem de dinheiro e venda ilegal de camarotes envolvendo dirigentes do São Paulo. Em 21 de janeiro, a Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo deflagraram uma operação contra membros da diretoria do clube, incluindo o então presidente Júlio Casares, que renunciou no mesmo dia.

Por meio de sua assessoria, o meio-campista afirmou que as transferências se referem a um contrato de aluguel de um apartamento vizinho ao centro de treinamento do São Paulo, na Barra Funda, imóvel que teria sido utilizado por ele enquanto ainda atuava pelo clube e posteriormente alugado após sua saída. A assessoria também informou que o jogador nunca foi procurado pela polícia.

A reportagem não conseguiu contato com Gazola até a publicação.

No relatório do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), a relação financeira entre o dirigente e o jogador é classificada como “anômala”, não pelos valores em si, mas pelo fato de as transferências terem sido feitas “por fora”. A investigação afirma que:

“Não há justificativa profissional aparente para um supervisor do clube anterior de um atleta realizar depósitos pessoais, vultuosos e fracionados para esse jogador depois da sua saída.”

O documento ainda afirma que tal movimentação foge “aos padrões de uma relação profissional” e pode indicar pagamentos clandestinos, comissões veladas ou outros acertos financeiros irregulares ligados à negociação do atleta.

Além disso, o Coaf identificou movimentações de Igor Gomes para uma conta nas Ilhas Cayman, paraíso fiscal no Caribe. As transferências, somando quase R$ 46 mil e classificadas como “transferência entre contas da mesma pessoa”, são consideradas “altamente suspeitas” pela polícia, que questiona a origem e o objetivo dos recursos destinados a uma jurisdição conhecida pelo alto sigilo financeiro.

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