Nosso Palestra
·31 maggio 2026
Abel analisa arbitragem de Palmeiras e Chapecoense após polêmicas no fim do jogo: ‘Acertou em umas, errou em outras’

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Com sufoco, o Palmeiras venceu a lanterna Chapecoense por 1 a 0, neste domingo (31), no Allianz Parque, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro, em jogo recheado de polêmicas de arbitragem. Na coletiva de imprensa, Abel Ferreira falou sobre o desempenho do juiz e dos auxiliares após os lances capitais.
A situação do Palmeiras se complicou ainda na etapa inicial, quando Allan recebeu cartão vermelho direto após acertar um forte pisão em Giovanni Augusto.
Já nos acréscimos do segundo tempo, a Chapecoense chegou a balançar as redes com Ítalo e comemorou o empate, mas o VAR identificou uma falta de Neto Pessôa sobre Murilo na origem da jogada. Após revisar o lance no monitor, o árbitro Felipe Fernandes de Lima invalidou o gol.
Pouco depois, a arbitragem de vídeo voltou a intervir. Desta vez, o VAR chamou o juiz para analisar um possível pênalti para os catarinenses. Após a revisão, Felipe Fernandes de Lima assinalou a penalidade por toque faltoso de Khellven em lance ocorrido sobre a linha da área – Bolasie isolou. Abel explicou sua opinião lance a lance.
– O cartão vermelho do Allan vocês vieram o vermelho do Pedro Rocha no Vitão? É na canela e está correto. Hoje, era amarelo ou mesmo o vermelho eu ia aceitar. O arbitro ia dar o amarelo. E tenho a certeza que alguém disse no ouvido que é vermelho e ele dá. Ele não teve duvida nenhuma ao aplicar. – Seis minutos de acréscimos do primeiro tempo? Lembram do jogo contra o Boca Junior, em 2023? Sabe quanto tempo deram com aquela pouca vergonha? Deram cinco. Seis por quê? – Sobre a falta no Murilo no gol anulado da Chapecoense: Ha um empurrar. O VAR não deveria ter intervindo se o juiz tivesse marcado em campo. – O pênalti foi claro. O arbitro acertou em umas errou em outras. – O Allan foi demasiado penalizado, seis minutos não entendi, a terceira a falta no Murilo é empurrão. Ele teve boas ações e outras menos boas.
Abel também falou sobre a condição do jogo. O Verdão entrou em campo com 11 desfalques, oriundos de convocações para a Copa do Mundo e suspensos. O treinador não poupou críticas sobre o calendário ter jogos já com os desfalques das seleções.
– Como seria esse jogo se os clubes e a CBF quisessem cuidar daquilo que é o futebol brasileiro? Esse jogo não teria existido. – Aqui é o único país do mundo onde se autorizou jogar sem os convocados. Em condições normais nunca teria existido. Eu tenho certeza que os clubes querem fazer o melhor, mas não consigo encontrar uma razão para isso acontecer.
Entre os titulares desse time misto estava o atacante Luighi, vaiado pela torcida ao deixar o gramado no segundo tempo para a entrada de Paulinho.
– Vocês sabiam que o Palmeiras ia jogar sem 11 atletas, com uma equipe competitiva, mas com muitos jovens que ainda não estão acostumados com o peso da camisa do Palmeiras. Temos que ter paciência. Se ele joga ele (Luighi) joga, é porque tem valor e as vezes temos pouca paciência.
O atacante Paulinho vem se recuperando após segunda cirurgia por conta de lesão na tíbia da perna direita. O jogador, que marcou o terceiro gol contra o Flamengo, vem passando por um controle de carga e aumentando minutagem nas partidas desde o retorno.
Na coletiva, Abel Ferreira falou sobre a evolução do jogador, autor do gol neste domingo.
‘A resposta do Paulinho tem sido muito boa, fez um exame complementar e parece que está tudo muito bem. Espero que assim continue’







































