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·20 febbraio 2026

Alvo de operação da PF, conselheiro pede afastamento de cargos no Palmeiras

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João Carlos Falbo Mansur, conselheiro do Palmeiras e membro do Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) do clube, pediu afastamento dos cargos pelo período de 90 dias nesta sexta-feira. Mansur é fundador e ex-CEO da Reag Investimentos, empresa que se tornou alvo de uma megaoperação do Ministério Público de São Paulo (MPSP).

A Reag é investigada pela Polícia Federal por suposta participação em um esquema de fraudes no setor de combustíveis, revelado na Operação Carbono Oculto, que teve início em agosto de 2025. A permanência de Mansur na política do Palmeiras já causava incômodo entre conselheiros.


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Nos últimos dias, como publicado pela Itatiaia, conselheiros estavam se mobilizando para viabilizar o afastamento do dirigente e comunicaram o desconforto ao presidente do órgão, Alcyr Ramos da Silva Júnior. Ele, porém, entendia que não cabia ao órgão tomar alguma atitude em relação a isso, já que as investigações atingem Mansur em âmbito pessoal.

Mansur deixou a presidência do conselho de administração da Reag em setembro de 2025. Já em janeiro deste ano, a Reag Investimentos foi liquidada pelo Banco Central após se tornar alvo da segunda fase da Operação Compliance Zero, que apura fraudes no Sistema Financeiro Nacional (SFN) envolvendo o Banco Master.

João Carlos Mansur é apoiador da presidente Leila Pereira e foi o conselheiro mais votado do Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) do Palmeiras nas eleições do órgão em março de 2025. Na oportunidade, ele recebeu 168 votos.

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