Leonino
·18 maggio 2026
Antigo treinador de Chiquinho faz alerta ao Sporting: "Se o fizerem correr muito para trás..."

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·18 maggio 2026

Chiquinho continua a ganhar força como possível reforço do Sporting para a temporada 2026/27 e quem melhor conhece o extremo acredita que o salto para um grande do futebol português é apenas natural. Bruno Pinheiro, que trabalhou com o jogador no Estoril, não tem dúvidas sobre a capacidade do atacante do Alverca.
O técnico português, que terminou recentemente ligação ao KAS Eupen, recorda que o talento de Chiquinho já era evidente há vários anos: "Já naquela altura era uma questão de tempo até chegar a um grande. O Wolverhampton antecipou-se e levou-o para Inglaterra, a meio da época", afirmou Bruno Pinheiro, lembrando a transferência do extremo para o emblema inglês.
Bruno Pinheiro: "Faz sentido que seja cobiçado por um grande do futebol português"
O antigo treinador do Estoril acredita que o perfil do jogador encaixa perfeitamente nas necessidades de equipas grandes como o Sporting, sobretudo perante adversários mais fechados defensivamente: "Os grandes precisam de marcar sempre muitos golos, de jogadores que desequilibrem e o Chiquinho é um desequilibrador. Faz sentido que seja cobiçado por um grande do futebol português. Contra equipas muito fechadas, os grandes precisam de jogadores que desequilibrem e ele tem esse perfil", destacou.
Bruno Pinheiro aponta o drible e a capacidade no um-para-um como as principais armas do extremo formado parcialmente na Academia Cristiano Ronaldo: "A principal arma do Chiquinho é o um-para-um. Lembro-me, particularmente, de um jogo com o Porto em que ele 'destruiu' o Wendel, que era o lateral-direito. É um jogador de drible fácil e, além disso, muito forte no contacto. Defensivamente, se o adversário se distrai e o deixa chegar ao contacto, o Chiquinho vai ganhar a bola", explicou.
Apesar de reconhecer entrega competitiva ao jogador, o técnico considera que o rendimento máximo do atacante surge sobretudo em zonas ofensivas e não em tarefas defensivas mais exigentes. "Ele destaca-se, acima de tudo, na parte ofensiva, no um-para-um. É muito forte no drible", insistiu Bruno Pinheiro, antes de reforçar: "É um jogador a quem não se devem dar grandes missões defensivas, pois isso retira-o das zonas em que é mais eficaz. O Chiquinho tem compromisso, mas se o fizerem correr muito para trás, vai desgastar-se e fugir da zona em que mais desequilibra".
O antigo selecionador de sub-23 do Qatar rejeita, ainda assim, a ideia de que o extremo seja um jogador frágil sem bola: "Não estou a dizer que é fraco defensivamente, mas sim que estar muito baixo no terreno retira-o das zonas em que tem mais impacto, que é no último terço do terreno", sublinhou, deixando uma última garantia sobre o perfil do atacante:







































