Esporte News Mundo
·14 gennaio 2026
Atletas do Fortaleza entram em briga com vizinhos na virada do ano

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·14 gennaio 2026

Uma ocorrência registrada por câmeras de vigilância expôs uma confusão envolvendo jogadores do Fortaleza e moradores de um condomínio de luxo localizado no município de Eusébio, na Região Metropolitana de Fortaleza. O episódio ocorreu na manhã de 1º de janeiro de 2026 e teria sido motivado por uma reclamação relacionada a som alto em uma residência.
As gravações revelam a participação de nove pessoas, sendo sete homens e duas mulheres, em uma briga generalizada nas dependências do condomínio. Entre os envolvidos estão os atletas argentinos do Fortaleza José María Herrera, Eros Mancuso e Tomás Pochettino, que aparecem nas imagens divulgadas.
De acordo com o relato de um dos moradores, a confusão começou quando ele foi até a casa de José María Herrera para pedir a redução do volume do som. Segundo a denúncia, durante o confronto físico, o morador teria sofrido uma mordida no nariz, resultando em ferimentos graves.
Em comunicado oficial, a Polícia Civil do Estado do Ceará informou que instaurou investigação para apurar o crime de lesão corporal dolosa. O caso está sob responsabilidade da Delegacia de Polícia Civil de Eusébio, que segue coletando depoimentos e analisando as imagens do circuito interno de segurança.
Após a repercussão do caso, o lateral Eros Mancuso utilizou suas redes sociais para negar qualquer agressão. Segundo o jogador, ele teria sido surpreendido pelo vizinho, que, de acordo com sua versão, proferiu ofensas pessoais e profissionais. Mancuso afirmou ainda que o homem retornou ao local, entrou na residência sem autorização e fez ameaças. Diante da situação, os presentes teriam tentado retirar o indivíduo do imóvel e acionado a segurança do condomínio.
Conforme relatório médico obtido pela imprensa, o morador que registrou a denúncia sofreu ferimento profundo com sangramento ativo, compatível com lesão provocada por mordedura humana. A vítima passou por procedimento cirúrgico e, segundo o documento, há risco de infecção, necrose do tecido nasal e possíveis deformidades faciais.









































