Jogada10
·17 maggio 2026
Atuações do Botafogo contra o Corinthians: a noite do Mamute

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A fila para pedir desculpas ao centroavante Cabral está dobrando as esquinas do Engenho de Dentro. Afinal, neste domingo (18), no Estádio Nilton Santos, o Mamute balançou redes três vezes e garantiu o triunfo do Botafogo sobre o Corinthians do freguês Fernando Diniz por 3 a 1, pela rodada 16 do Campeonato Brasileiro. Confira, então, na sequência, como a Coluna do Léo Pereira analisou o desempenho dos alvinegros
NETO – Nenhuma defesa na primeira etapa. Salvo pelo travessão e sem culpa no gol do Timão. No segundo tempo, deu um susto desnecessário na torcida – NOTA: 5,5
PONTE – Apresentou-se ao ataque com frequência e fechou os espaços devidamente. Cansado, deixou o campo para a entrada de Vitinho durante o segundo tempo – NOTA: 6,0
FERRARESI – Iniciou o lance do 1-0, demonstrou muita disposição e ainda sofreu um pênalti estranhamente anulado pelo VAR. O melhor do sistema defensivo mais uma vez – NOTA: 7,5
BARBOZA – Preciptado nas subidas à frente. Deixou a defesa um pouco exposta. Apesar de um cartão amarelo bobo, foi mais consciente durante o segundo tempo e transmitiu mais segurança, afastando algumas bolas. Quase marca de cabeça – NOTA: 6,5
TELLES – Segurou o ímpeto da ataque rival e ainda teve boa participação em bolas paradas. Desta vez, aguentou os 90 minutos – NOTA: 6,5
HUGUINHO – Sentiu o peso da camisa no profissional e entregou o 1-1 ao ser desarmado por Raniele em uma zona muito perigosa. Mas foi um carrapato no decorrer do espetáculo – NOTA: 6,0
MEDINA – Abusou um pouco dos carrinhos quando lhe foi exigido maior poder de marcação e chutou uma bola longe do gol quando teve uma chance. Em contrapartida, progrediu bem com a bola ao ataque. Deixou o campo, no segundo tempo, para a entrada de Justino – NOTA: 6,0
MONTORO – Ajudou bastante na recomposição defensiva, principalmente pelo lado esquerdo, mas ainda tem colocado algumas bolas no vazio. Tempos depois, projetou-se melhor no ataque, iniciando a jogada do 2-1. Saiu, contudo, na etapa final, para a entrada de Santi – NOTA: 6,5
VILLALBA – Ganhou, no alto, a disputa que resultou no gol de Cabral no 1-0. Escapou em velocidade em alguns contra-ataques do Botafogo e procurou estar perto de Cabral durante o jogo. No 3-1, ganhou outra vez da zaga do Corinthians. O ligeirinho do Botafogo. Grande performance. Saiu, depois, para a entrada de Edenilson – NOTA: 8,5
KADIR – Não conseguiu prender a bola na frente e gerar boas ocasiões. Muito apagado durante os 45 minutos em que esteve em campo. Saiu, no intervalo, para a entrada de Toledo – NOTA: 5,0
CABRAL – O Mamute desencantou de uma forma extraordinária. Duas pancadas indefensáveis no canto e dois golaços. Protegeu bem a bola e arrumou espaço para si mesmo. Continuou tentando os disparos de fora da área no segundo tempo. Mas, com elegância, meteu o terceiro do Mais Tradicional – NOTA: DEZ
TOLEDO – Antes de Cabral meter o terceiro, ficou sozinho diante do goleiro Souza, mas tentou um drible a mais. Pecou na decisão. Ainda assim, melhor do que Tucu. Muito mais participativo – NOTA: 6,0
VITINHO – Manteve o nível na lateral direita do Botafogo, sem comprometer tanto – NOTA: 6,0
EDENILSON – Cercou bem o setor de criação do Corinthians e não deixou a defesa passar apuros – NOTA: 6,0
SANTI – Correu muito e acertou um lindo chute na trave. Merecia melhor sorte – NOTA: 6,5
JUSTINO – Segurou a bronca na defesa com Barboza e Ferraresi – NOTA: 6,0
TÉCNICO: FRANCLIM CARVALHO – Perdeu Danilo, mas ganhou outro goleador. Concedeu liberdade a Cabral, que foi, sem dúvida, o nome do jogo. Não inventou. No segundo tempo, fechou a casa, atraiu o Corimnthians e buscou o contra-ataque. Estratégia acertada, pois o adversário tem o pior ataque do Brasileiro. Boa leitura – NOTA: 7,5







































