Jogada10
·22 gennaio 2026
Atuações do Botafogo contra o Volta Redonda: Montoro é loucura!

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·22 gennaio 2026

Enfim, boas novas! O Botafogo venceu o Volta Redonda por 1 a 0, nesta quarta-feira (21), no Estádio Nilton Santos, pela rodada 3 do Campeonato Carioca. Em sua estreia, Martín Anselmi já mostrou alguns predicados importantes para a temporada. E Montoro, mais uma vez, provou que é um garoto de altíssimo nível. Pena que não vai durar muito no Mais Tradicional.
Veja, na sequência, então, como a Coluna do Léo Pereira analisou o desempenho dos alvinegros!
LINCK – Pouco molestado pelo Volta Redonda. Nas pouquíssimas chances, o time do Sul-Fluminense se atrapalhou na hora do arremate. No segundo tempo, bem depois, o rival teve um disparo para fora. Saiu, com os pés, quebrando a bola, quando os atacantes rivais subiram a marcação – NOTA: 6,0
PONTE – Preciso nos desarmes. Saiu-se bem como um zagueiro pela direita, em sua nova função. À frente, usou a memória de lateral ofensivo para projetar-se e ficar em condições de marcar. O goleiro adversário, contudo, evitou o gol. Quase um pêndulo. Ia e voltava. Demonstrou muito cansaço ao fim do espetáculo – NOTA: 6,5
NEWTON – Centralizado, foi envolvido pelo ataque do Volta Redonda quando o adversário se assanhou nos primeiros minutos de jogo. Com a bola nos pés, enfiou alguns lançamentos no vazio. Precipitado. Precisa melhorar esta saída. No segundo tempo, cedeu a vaga para Marçal – NOTA: 5,0
BARBOZA – Exagerou em algumas tentativas de parar as jogadas adversárias. Depois, entretanto, segurou a onda e cresceu na partida, algo, aliás, recorrente em 2024/25. Marcou presença também no ataque. Pelo alto, ganhou as jogadas e levou perigo ao time visitante. Esteve perto de balançar redes e experimentou algumas enfiadas por dentro – NOTA: 6,5
VITINHO – Um pouco perdido ao jogar adiantado. Pecou em algumas definições e ficou sem entender as tramas ofensivas do Glorioso. Deixou escapar algumas bolas. Levou um esporro por não recompor direito. Precisa se adaptar a este esquema o mais rápido possível. Tem bola para subir de produção com Anselmi – NOTA: 5,0
ALLAN – Ainda dá alguns moles, mesmo com a bola passando muito por seus pés. Passou batido em alguns botes e teve a carteira batida outras vezes. Não mudou muito em relação ao ano passado. Anselmi percebeu que não estava tão bem e o tirou, lançando Santi – NOTA: 5,0
DANILO – O Botafogo não pode cogitar a possibilidade de vendê-lo. É a reserva técnica do meio de campo alvinegro. Ofereceu opção de armação e colocou Ponte na cara do gol com facilidade. Bem na troca de passes e com uma visão de jogo privilegiada. Elegante! Depois, porém, foi sumindo durante o embate – NOTA: 6,5
TELLES – Não forçou as chegadas na linha de fundo. Consciente na bola parada, principal arma. Dos seus pés nasceram algumas jogadas ensaiadas interessantes, algo demonstrado quando centrou, de forma certeira, para Barboza. Saiu, extenuado, no segundo tempo, para a entrada de Nathan – NOTA: 6,5
MONTORO – Não guardou posição, mesmo, na teoria, escalado mais pelo lado esquerdo. Circulou pelo meio de campo, chamou faltas e descolou ótimos passes que seriam assistências se concluídas com êxito. Quando teve a chance, limpou a marcação, arriscou da entrada da área e acertou o fundo do barbante. Decisivo. O Monstrinho é uma loucura! Brabo! – NOTA: 7,5
ARTUR – Tentou trazer muito para o meio para trabalhar por dentro. Parece que já está no automático. Pouco protagonismo, embora não tenha comprometido tanto o ataque. Um chute perigoso indica que não vai cruzar os braços. Tomou a iniciativa. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Barrera – NOTA: 6,0
CABRAL – Foi um 9 muito mais participativo do que na temporada passada. Saiu da área, arrumou espaço para a entrada dos alas, gerou ocasiões de gol e garantiu profundidade. Teve duas chances e concluiu de forma correta. O goleiro adversário merece o crédito de ter evitado os gols. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Martins – NOTA: 6,5
BARRERA – Apareceu, em contra-ataque, sozinho na área, mas não percebeu quem chegava, falhando no passe que poderia aumentar o score. Pode render mais – NOTA: 5,5
SANTI – Arrojado, como pede o figurino de uma equipe bielsista. Preencheu melhor o ataque, arriscou inversões, conferiu uma nova dinâmica ao setor e achou Montoro no 1 a 0. Uma das figuras do prélio – NOTA: 7,0
MARTINS – Tentou escapar pelas beiradas, mas sem levar muito perigo – NOTA: 5,5
NATHAN – Outro que foi um mero coadjuvante no cotejo – NOTA: 5,5
MARÇAL – Entrou no fim. Fica, portanto, SEM NOTA
TÉCNICO: MARTÍN ANSELMI – Assegurou o entretenimento ao sair do óbvio, mexer em várias posições, colocar linhas altas e propor uma equipe dominante do início ao fim. Alguns sustos logo de cara. Mas o Botafogo tentou praticar o “Futebol Total”, com muita posse de bola. Torneio de pré-temporada, como o Carioca, é para isso mesmo. Testar, acertar, errar e corrigir. O maior mérito, na leitura de jogo, é a entrada de Santi – NOTA: 7,0







































