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·9 gennaio 2026
Ausência de Neymar abre espaço para Rollheiser deslanchar no Santos

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·9 gennaio 2026

Benjamín Rollheiser espera viver uma temporada melhor em 2026. O meia-atacante viveu altos em baixos em seu primeiro ano de Santos e pode se beneficiar da ausência de Neymar neste começo de Campeonato Paulista.
Isso porque, com o camisa 10 afastado para se recuperar de uma artroscopia no joelho, o argentino deve assumir a titularidade e ser homem de criação da equipe de Juan Pablo Vojvoda.
Essa pode ser a chance de Rollheiser afastar a desconfiança e mostrar que merece uma vaga entre os 11 iniciais. Ano passado, sob o comando de Vojvoda, ele encerrou o Campeonato Brasileiro, como reserva.
Ao todo, o meia-atacante soma 40 partidas com a camisa alvinegra, sendo 29 como titular, além de três gols e três assistências.
Um dado curioso é que apenas uma destas participações em tentos saiu com Neymar em campo (gol contra o Palmeiras, nos acréscimos). Nas outras cinco, o astro ou não atuou ou já tinha sido substituído.
Neymar ainda não tem prazo para voltar a jogar pelo Santos. O ídolo alvinegro está tratando com a fisioterapia e ainda não treina em campo.
Contratado pelo Santos por 11 milhões de euros (R$ 65 milhões), Rollheiser chegou ao clube cercado de expectativa. O argentino rapidamente assumiu a titularidade, estreando nas quartas do Paulistão contra o Red Bull Bragantino e mantendo-se como peça-chave, especialmente durante as ausências de Neymar.
Seu primeiro gol saiu na Copa do Brasil, contra o CRB, apesar da eliminação nos pênaltis. No Brasileirão, teve papel fundamental na luta contra o rebaixamento, participando diretamente de nove pontos cruciais. Destaque para a vitória por 3 a 2 sobre o Fortaleza, quando marcou nos acréscimos, e para assistências decisivas contra São Paulo e gol de pênalti contra o Corinthians.
Mesmo perdendo espaço com a volta de Neymar, Rollheiser brilhou no clássico contra o Palmeiras, garantindo a vitória por 1 a 0 aos 46 minutos do segundo tempo, tirando o Santos da zona de rebaixamento. Apesar dos números modestos, mostrou-se decisivo em momentos críticos e encerrou o ano como um “reserva de luxo”. O contrato vai até 2028.
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