Ausência de Pote, penálti do Porto e Bodo/Glimt: tudo o que disse Rui Borges após Sporting - Estoril | OneFootball

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·28 febbraio 2026

Ausência de Pote, penálti do Porto e Bodo/Glimt: tudo o que disse Rui Borges após Sporting - Estoril

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Após a vitória frente ao Estoril por 3-0, Rui Borges, treinador do Sporting, fez a leitura ao triunfo do Clube de Alvalade em conferência de imprensa. O técnico explicou a ausência de Pedro Gonçalves, foi questionado sobre a grande penalidade polémica assinalada ao Porto e analisou o Bodo/Glimt, próximo adversário dos leões na Liga dos Campeões.

A produção ofensiva e a exibição rubricada


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“É mérito do trabalho da equipa, dos treinadores e da estrutura. Houve duas partes diferentes. Entrámos muito bem, fortes, porque era importante criar desconforto ao Estoril Praia, que é uma equipa com qualidade no processo ofensivo. Fomos proactivos na reacção à perda e com bola fomos muito dinâmicos, com muita variabilidade de posição e com qualidade chegámos a zonas de finalização e aos dois golos a atacar as costas da linha adversária. Fizemos uma grande primeira parte. Na segunda, falhámos muitos passes e deixámos o Estoril Praia ganhar confiança, tendo mais bola no nosso meio-campo. Ainda assim, mantivemo-nos muito concentrados. A dupla de centrais fez um grande jogo e acho que o Gonçalo Inácio fez um dos seus melhores jogos. Conseguimos manter-nos ligados e fomos conseguindo sair também, criando real perigo. Depois, a malta que entrou deu-nos calma e energia extra. Uma segunda parte mais de controlo sem bola, uma primeira com bola, mas um jogo muito competente da nossa parte”.

“Não entrou por não se sentir a cem por cento. Então, optámos por não o expor a alguma coisa e, de alguma forma, geri-lo.”

Bodø/Glimt no caminho da UEFA Champions League

“É uma grande equipa e que tem ganho a grandes equipas da Europa. Desengane-se quem pensar que foi bom o sorteio para nós. É uma equipa muito competitiva, intensa e que nos vai criar muitos problemas. Se está nos oitavos-de-final é porque tem muita qualidade e ganhou a grandes equipas. Até lá ainda temos o Porto para a Taça e o Braga para a Liga, dois jogos que vão exigir muito de nós e teremos de estar preparados para eles”.

João Simões a perder espaço?

“O Simões até entrou primeiro que o Dani hoje. Tem muito que ver com momentos, estratégias, o adversário... O Morita fez uma primeira parte e início da segunda estrondosas. O João também já fez grandes jogos. Tem que ver com o momento e a estratégia, não perdeu lugar nenhum Pelo contrário, isso torna a equipa mais forte, estando todos a um nível muito elevado. Hoje entrou e entrou muito bem, o Simões. O Dani entrou a seguir. Feliz, acima de tudo, por ter os três. O Dani está a crescer em termos de confiança e está a ganhar a parte física, porque a qualidade técnica e a visão de jogo são fora do normal. Feliz por ganhar essa confiança a fazer golos, principalmente”.

Terceiro golo construído por Nuno Santos e Daniel Bragança

“Senti que, infelizmente, a vida dá lesões. Gostava que não tivessem passado por isso. A decisão do Nuno é fenomenal. O Dani fez um trabalho excepcional no golo, na ameaça e na finalização, mas o passe do Nuno, que parece simples, é simples para ele. Dá-me vontade de rir porque gostava de o ter a cem por cento. Ele é diferenciado, mas está ciente de que a paragem foi longa e precisa de tempo para ser o melhor Nuno. Muito feliz por ter os dois em campo, porque são jogadores sempre necessários no relvado”.

Luis Suárez já fez esquecer Gyokeres?

“Já disse que penso só nos que tenho. Tem feito uma grande época e fez dois golos, mas perdeu mais bolas do que é normal. Nem tudo é perfeito, mas fez um bom jogo. Tem sido importante na equipa, mas ele é espelho do coletivo”.

A resposta de Luis Guilherme nos seus primeiros tempos no Clube

“Indiscutíveis não há, mas tem sido muito boa a sua adaptação. Tem correspondido ao que é pedido, tem-se adaptado à ideia e está cada vez mais identificado com o Sporting. Parece-me que é um miúdo com um futuro fantástico pela frente, mas vai ter de continuar a trabalhar muito porque está numa equipa repleta de grandes jogadores”.

Sobre a vitória do Porto frente ao Arouca

“Estou focado no que nós controlámos, no nosso jogo, apenas e só. Fizemos o nosso papel, ganhámos e é assim que temos de continuar. Sobre arbitragens não vou falar, nem vi o lance do penálti”.

Plano de jogo para esta partida

“A variabilidade é a nossa imagem. Não deixar os adversários confortáveis nas marcações. Sabíamos que o Estoril Praia ia pressionar algo, é uma equipa que joga bem e, ofensivamente, tem uma identidade parecida com a nossa. Nós fizemos uma boa primeira parte, mas tivemos dificuldades à esquerda nas marcações. Sentimos que era importante ligar mais longe e, depois, entrar de frente para o jogo com a linha que visse de trás. Com o decorrer do jogo fomos percebendo que, quando o Luis baixava, a linha defensiva do GD Estoril Praia parava e não acompanhava os rasgos das segundas linhas. Umas vezes conseguimos antecipar essas coisas, outras entendemos isso durante o jogo”.

“Os jogos estão difíceis para todos. Não tem que ver com uma fase, mas sim com os adversários e os pontos em disputa. A exigência é máxima em todos os jogos e com o Porto não vai fugir a isso. Vai ser um grande jogo entre as duas equipas que vão à frente no Campeonato. É o primeiro jogo de dois, é certo, mas queremos muito continuar na prova e defender o nosso título. Vamos enfrentar a equipa que está em primeiro lugar, portanto está numa boa fase, é sinal que é a que está mais forte”.

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