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·13 marzo 2026

Auxiliar do Corinthians comenta chance de retorno de Yuri Alberto no clássico contra o Santos

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  1. Por Fabio Luigi / Redação da Central do Timão

O Corinthians enfrentou, na noite da última quarta-feira (11), o Coritiba, na Neo Química Arena, em duelo válido pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro de 2026, e foi superado por 2 x 0. A derrota deixou a equipe corinthiana na oitava colocação com sete pontos – duas vitórias, um empate e duas derrotas – cinco gols marcados e cinco sofridos.

Em entrevista coletiva após a partida, o auxiliar técnico do Corinthians, Lucas Silvestre, foi questionado sobre um possível retorno do atacante Yuri Alberto para a partida do próximo domingo (15), contra o Santos, na Vila Belmiro, pela sexta rodada do Brasileirão. O camisa 9, há alguns dias, vem treinando normalmente com o elenco depois de sofrer uma lesão muscular. Ele não atua desde o dia 16 de fevereiro, quando foi substituído na vitória por 1 x 0 sobre o São Bernardo, no Primeiro de Maio, pela primeira fase do Paulistão, com um incômodo na coxa. Em 2026, é o artilheiro do time com três gols em nove jogos.


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Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians

“Com relação ao Yuri, amanhã o departamento médico deve dar uma posição. Vai haver uma reunião com o atleta, e a gente aguarda o doutor se pronunciar para entender se ele terá condições de jogar no domingo ou não”, iniciou.

Em seguida, ressaltou a necessidade da equipe e comissão técnica observarem e tirarem os erros da partida diante dos paranaenses como lição para as próximas partidas. Ele também afirmou que já previa a estratégia do Coritiba para a partida, mas, mesmo assim, não conseguiram se impor nos 90 minutos: “O importante agora é olhar para nós mesmos, entender tudo o que aconteceu e analisar a partida. A partir da maneira como o jogo se desenrolou, precisamos ver o que podemos melhorar e evoluir. Realmente foi uma semana que nos passou a impressão de que seria um jogo totalmente diferente do que foi hoje. São partidas que precisamos encarar de outra maneira, ainda mais jogando em casa, contra um adversário do qual já conhecíamos as qualidades. Sabíamos que eles se fechariam bem, apostariam na transição como principal arma e também na bola parada. Isso foi trabalhado durante a semana, mas não conseguimos neutralizar as melhores jogadas deles”, continuou.

Posteriormente, o auxiliar técnico lamentou a quantidade de erros técnicos acima do normal do Corinthians na partida. Por outro lado, enalteceu a presença em peso da torcida corinthiana e respondeu sobre o fato de que o clube do Parque São Jorge não vira uma partida em Itaquera desde abril do ano passado, quando o Alvinegro venceu o Sport, por 2 x 1, depois de sair perdendo no primeiro tempo, pela quinta rodada do Brasileirão.

“Com relação ao segundo tempo, você volta de uma maneira diferente. A gente conversou, corrigiu algumas coisas e falou com eles no intervalo, mas acaba tomando um gol da forma como foi, em uma cobrança de lateral. A maneira como esse gol acontece pesa, e logo depois as coisas também não fluem. Tivemos muitos erros técnicos, não conseguíamos acelerar, não conseguíamos dar velocidade ao jogo. O adversário também dificultou muito para nós e, a partir disso, você acaba se vendo sem muitas alternativas dentro da partida.”

“Também preciso agradecer ao nosso torcedor, que até o último minuto esteve apoiando. Mesmo entendendo que não estávamos em um bom dia, em nenhum momento houve vaias ou qualquer tipo de protesto. Então, fica o agradecimento ao torcedor que, até o final do jogo, continuou apoiando a equipe. Precisamos criar situações nos treinamentos para que a gente consiga, principalmente, enfrentar equipes que vêm mais fechadas e que acabam gerando um pouco mais de dificuldade. Quando você não consegue criar desequilíbrios dentro de casa, precisa acelerar a circulação da bola e ter mais movimentação, que foi justamente o que eu falei anteriormente e que acabou faltando hoje”, prosseguiu.

Ele acrescentou: “Então, a ideia é que a gente continue trabalhando e oferecendo mais alternativas para que os jogadores consigam solucionar esses problemas dentro de campo. Obviamente, também precisamos gerar esse desequilíbrio em muitos momentos, para que, nas situações em que criamos superioridade ou enfrentamentos de um contra um, possamos vencer esses duelos individuais. Hoje foi um jogo em que praticamente perdemos todos os duelos, tanto defensivos quanto ofensivos. Assim, fica muito difícil vencer uma partida quando você perde disputas nas duas fases do jogo.”

Logo depois, justificou o fato de não ter promovido alterações já na volta do intervalo. Na resposta, disse que acreditava em uma mudança de postura da equipe: “Não mexi no intervalo porque, primeiro, acreditei em uma mudança de postura da equipe e em que eles colocassem em prática o que foi trabalhado durante a semana. Essa foi a ideia. Chamei a atenção deles no intervalo, alertei e tentei mostrar os caminhos, indicar onde estavam os espaços.”

“Disse também que teríamos dez minutos para mudar a nossa postura dentro de campo. A partir do momento em que isso não acontecesse, eu faria as trocas e tentaria algo diferente. E foi o que aconteceu. Com sete ou oito minutos do segundo tempo, acabamos sofrendo o gol. Então fiz as mudanças que já tinha avisado a eles que faria caso não houvesse essa mudança de postura”, finalizou.

O Corinthians, agora, se prepara para o próximo compromisso na temporada. Já no próximo domingo (15), às 16h (de Brasília), o Alvinegro visita o Santos FC, na Vila Belmiro, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro de 2026.

Confira abaixo outras respostas de Lucas Silvestre na coletiva:

Utilizando Breno Bidon mais recuado e o fato dos dois não estarem rendendo o esperado juntos na formação 4-4-2

“As alterações têm acontecido a cada partida. Em alguns momentos o Breno joga com o Garro, em outros o Breno joga sem o Garro, ou o Garro joga sem o Breno. A gente tem mudado bastante a equipe de um jogo para o outro, justamente para que os atletas estejam em boas condições físicas e em um nível alto de competitividade, já que vínhamos em uma sequência de jogos às quartas e aos domingos. Então já aconteceu de atuarmos de várias maneiras.”

“Hoje a ideia era ter o Alan um pouco mais recuado para tentar acelerar a circulação da bola, e o Breno fez até uma função diferente da que vinha exercendo com a gente: atuou como um volante mais avançado, jogando por trás dos dois atacantes, para que também conseguíssemos fazer a bola, a partir do momento em que ela chegasse pelos lados, voltar até o Breno e ele pudesse distribuir o jogo para a equipe. Na verdade, a altura da linha do adversário e a compactação deles dificultaram para que conseguíssemos usar esses jogadores que estavam por dentro, tanto o Garro quanto o Breno e o André. Tivemos bastante dificuldade e acabou faltando fazer os movimentos finais de infiltração para gerar espaço entre as linhas, o que, por conta disso, não aconteceu.”

“Mas entendo que Breno e Garro podem jogar juntos. Quando você tem jogadores de qualidade, consegue fazer com que eles atuem em conjunto. O importante é entender como fazer com que o Breno renda ainda mais jogando ao lado deles, ou que o Garro também renda mais estando próximo. Porque são dois jogadores de muita qualidade e, quando se aproximam, conseguem criar coisas interessantes para nós.”

Poucas finalizações nos últimos jogos e alternativas para melhorar a eficiência

“Eu vejo que, principalmente no início do jogo, nos primeiros 15 ou 20 minutos, foi quando tivemos essa superioridade e conseguimos trabalhar a bola na frente do adversário. O que faltou foi a finalização das jogadas. Em muitos momentos tivemos condições de arriscar uma finalização de fora da área. A bola chegava pelos lados e havia a possibilidade de fazer um cruzamento na frente dos zagueiros para gerar mais volume sobre o adversário.”

“Mas a gente acabou se complicando demais nas jogadas. Buscamos muitas infiltrações, tentando entrar com a bola dentro do gol, e muitas vezes o caminho não é esse. Às vezes é uma finalização de fora da área, um cruzamento, uma bola atravessada, para que você consiga gerar volume e fazer com que o adversário vá recuando cada vez mais, abrindo espaços na frente da área.”

“Só que, para isso, precisamos ter essa finalização das jogadas, algo que não tivemos hoje e que também não vem acontecendo em alguns jogos. Entendo que precisamos intensificar cada vez mais esse processo com os atletas, para que eles compreendam que uma finalização de fora da área ou um bom cruzamento também ajudam a gerar esse volume, que é fundamental para machucar o adversário. Ao pressionar e incomodar o adversário dessa forma, você também aumenta as possibilidades de gol.”

Saída de Matheus Bidu e entrada de Fabrizio Angileri já no final da partida e estreia de Zakaria Labyad

“Na verdade, hoje foi um dia em que eu poderia ter feito até dez trocas, porque ninguém estava bem. Foi uma partida em que o grupo como um todo não rendeu. Naquele momento, sentimos que o Fabrício poderia dar um volume maior de chegada pelo lado. Eu não estava satisfeito com o que estava vendo em campo. Obviamente, por termos a sexta opção de substituição, que inicialmente não seria o Bidu, o fato de o Coritiba ter feito uma troca por concussão acabou nos dando mais uma substituição. A gente imaginou algumas possibilidades, mas já não havia muitas opções ofensivas além do Zakaria, que já estava praticamente programado para entrar no lugar do Memphis.”

“Então fizemos a sexta alteração para tentar algo diferente naquele momento, já que o Bidu não vinha tendo sucesso, assim como os outros atletas também não estavam conseguindo render. Foi uma tentativa de gerar algo diferente naquele momento do jogo.”

Alto número de cruzamentos da equipe na partida

“Quando o adversário se fecha em bloco baixo, você não tem tantas opções, porque eles estavam praticamente dentro da grande área, com cerca de dez jogadores ali. Acaba que realmente faltam alternativas. E, quando você também não tem os movimentos de infiltração que mencionei anteriormente no terço final do campo, as jogadas acabam se resumindo praticamente aos cruzamentos como única opção.”

“Obviamente, não foi isso que trabalhamos para o jogo. O caminho era outro, era o que vimos nos primeiros 15 ou 20 minutos, quando conseguimos ter controle, mas depois acabamos nos perdendo. Com o gol do adversário, a situação ficou ainda mais favorável para eles, que passaram a colocar praticamente todo o time atrás. Além disso, eles têm muita velocidade com os jogadores de frente, e nas transições acabaram criando situações que nos machucaram ao longo da partida.”

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