Jogada10
·28 giugno 2026
Brasil reencontra Japão após ”boa aula” e apenas quatro remanescentes

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“Uma boa aula”. Foi assim que Carlo Ancelotti definiu a derrota por 3 a 2 para o Japão, em amistoso disputado em outubro do ano passado, em Tóquio. O treinador enxergou o resultado como um aprendizado, e, oito meses depois, reencontra o adversário com uma Seleção bastante diferente na segunda fase da Copa do Mundo.
Na ocasião, o Brasil abriu 2 a 0 ainda no primeiro tempo, mas sofreu a virada na etapa final. A partida ficou marcada por falhas individuais do zagueiro Fabrício Bruno e do goleiro Hugo Souza. Apesar de ambos terem sido convocados na Data Fifa seguinte, nenhum dos dois garantiu vaga na lista final para o Mundial.
As mudanças vão além da dupla. Nenhum dos defensores que iniciou aquele amistoso estará entre os titulares nesta segunda-feira (29/6). Hugo Souza, Paulo Henrique, Fabrício Bruno, Beraldo e Carlos Augusto deram lugar a uma nova linha defensiva, formada por Alisson, Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos.
A reformulação também atingiu o restante da equipe. Dos 11 jogadores que começaram o amistoso em Tóquio, apenas Casemiro, Bruno Guimarães, Lucas Paquetá e Vini Jr. devem iniciar novamente diante dos japoneses. Gabriel Martinelli e Luiz Henrique seguem na Copa, mas como opções no banco de reservas.

Brasil perde para o Japão em amistoso realizado em 2025 – Foto: Toru Hanai/Getty Images
O confronto do ano passado também serviu para Ancelotti testar alternativas táticas. Depois da goleada por 5 a 0 sobre a Coreia do Sul, o treinador promoveu mudanças na formação, utilizou três meio-campistas e posicionou Vini Jr. de forma mais centralizada, com Martinelli aberto pelo lado esquerdo.
Mais do que os aspectos técnicos, porém, Ancelotti destacou o aprendizado comportamental deixado pela derrota.
“Foi uma boa aula nesta noite, há coisas que precisamos aprender no jogo de hoje, sobretudo no segundo tempo. Acho que temos que ter equilíbrio no que fazer. Equipe jogou muito bem contra a Coreia, jogou bem no primeiro tempo (contra o Japão) e muito mal no segundo tempo”, afirmou o treinador na ocasião.
Agora, o cenário é diferente. Embalado pela liderança do Grupo C e por atuações mais consistentes, o Brasil chega ao mata-mata em evolução e tenta mostrar que assimilou as lições daquele amistoso. A bola rola às 14h (de Brasília), no NRG Stadium, em Houston. Quem vencer avança às oitavas de final da Copa do Mundo.







































