Jogada10
·13 febbraio 2026
Caixa tenta localizar Tulio Maravilha há uma década para seguir com processo

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O nome de Túlio Maravilha voltou ao noticiário não só pela fala polêmica envolvendo a filha, mas também por uma questão que se arrasta há mais de uma década nos bastidores da Justiça Federal. Isso porque, desde 2014, a Caixa Econômica Federal move — sem sucesso — ação para cobrar um empréstimo consignado contratado pelo ídolo do Botafogo em 2009.
O impasse para o avanço da ação não gira em torno do contrato, mas da localização ao ex-atacante. Não há valores atualizados do débito, mas sabe-se que a quantia era de R$ 47.581,13 quando a ação começou, ou seja, antes dos juros e correção monetária.
Para que o processo avance, é necessário que o ex-jogador seja citado formalmente — o que ainda não ocorreu devido ao problema de localização. O Judiciário só poderá seguir para etapas como eventual bloqueio ou execução a partir da comunicação oficial com o réu.
A Caixa buscou endereços vinculados ao ex-jogador no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Goiânia, mas, ainda segundo o O Globo, sem sucesso. Em agosto de 2023, a 4ª Vara Federal de Goiás determinou novas medidas e solicitou a concessionárias de serviços públicos e empresas de telefonia dados associados ao CPF do ex-atleta.
Após a eventual citação formal, o ex-jogador receberá da Justiça um prazo de 15 dias para quitar a dívida. A Caixa ainda chegou a solicitar que a notificação ocorresse via edital, mas o juízo avaliou que ainda existem alternativas para localizá-lo.
O processo segue formalmente ativo enquanto a citação não ocorre, mas sem evolução prática.

Homenagem ao ídolo alvinegro – Foto: Foto: Vitor Silva / BFR
A família do ex-jogador esteve no centro de uma polêmica recente na web. Isso porque a filha do astro, Tulianne Maravilha, falou publicamente sobre ter ‘recusado’ vagas de duas universidades públicas em que foi aprovada. Segundo a mãe da jovem, Cristiane Maravilha, a família optou por uma faculdade particular para “manter os valores familiares”.
Túlio pontuou que a distância e o trânsito por áreas de conflito poderiam ser um desafio e reclamou de problemas estruturais nas universidades públicas.
“A federal aqui está bem precária, tem greve. Então várias vezes você vê parado, a estrutura. A gente vê os noticiários e são os piores possíveis. Então por isso a gente priorizou para que ela pudesse ficar mais perto e em uma faculdade particular”, declarou.









































