Carvalhal apresentado em Famalicão: «Quero uma equipa a olhar todos os adversários nos olhos» | OneFootball

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·13 luglio 2026

Carvalhal apresentado em Famalicão: «Quero uma equipa a olhar todos os adversários nos olhos»

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Decorreu, esta segunda-feira, na Academia do FC Famalicão, a apresentação de Carlos Carvalhal como novo treinador do clube. O treinador de 60 anos falou em conferência de imprensa sobre a temporada que se aproxima e os respetivos objetivos.

Carlos Carvalhal em discurso direto:


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Razões para escolher o clube: «É um clube que tem paixão, com adeptos que vivem o clube. Dou os parabéns pelas instalações de excelência que o clube tem. É uma equipa com jovens com elevado potencial, com muita vontade de jogar e de evoluir. Tenho família aqui, o meu pai é de Famalicão e tem demência. Quando contei ao meu pai que ia treinar o clube da terra dele e ele ficou muito contente e quero dar-lhe uma alegria grande no final da época»

Saudades de treinar e as competições europeias:  «Em primeiro lugar, tive um ano sem treinar por opção, a bem da minha saúde mental. Precisamos sair do contexto e chegamos com muita vontade de trabalhar. Quero uma equipa competitiva, olhos nos olhos, contra todos os adversários. A competência de equipa vai-nos levar a um lugar, quer seja em cima ou em baixo»

Reset ou continuidade do trabalho de Hugo Oliveira: «Dar os parabéns ao antigo mister (Hugo Oliveira) pelo trabalho realizado. Disponibilizou-se para me oferecer todas as informações… Não fazer uma rotura total, aproveitar tudo o que estava bem feito e criar uma matriz de evolução pessoal, mas dar continuidade aos trabalhos»

Jogadores com mercado podem sair: «Não temo nada, já estou habituado a isso. Dificuldade é quando alguém sai e não há entradas para colmatar. Tenho consciência de que alguém pode sair, mas o clube está preparado e não vemos problema nisso. Aliás, só se estiverem a dormir é que não querem os jogadores do Famalicão».

Possibilidade Almería: «Chegámos a ter conversa em família sobre a primeira opção, disse que gostava de treinar o Famalicão. Tinha treinador, não cogitei possibilidade de vir cá, o Hugo estava a fazer um excelente trabalho. Seria o clube que na minha cabeça que gostaria de treinar. Poderia ter ido para outras situações como Médio Oriente, Brasil, México, financeiramente propostas quase irrecusáveis, fomos dizendo que não porque tínhamos em casa a vontade de estar perto da família. Queria estar perto da família, do meu pai, do meu sogro. Tenho um neto de três anos que agora é do Fama, tenho outro de um mês e meio. Esta nossa vida é complicada porque muitas vezes para perseguirmos carreira deixamos muito para trás»

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