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·5 marzo 2026
Castigos rápidos lá fora, e cá a conversa já aponta para o fim

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O contraste é gritante. No Brasil, um caso de insultos e comentários machistas ficou resolvido em cerca de 10 dias, com castigo e multa anunciados. Em Portugal, basta surgir uma polémica ligada a um jogo grande para começar logo o filme do costume, versões, fugas, e a sensação de que a decisão só aparece quando já não mexe com nada.
O exemplo de Gustavo Marques, com 12 jogos e 5 mil euros de multa, mostra que, no Brasil, os processos andam. E não é por falta de precedentes que não decidem. André Villas-Boas, na China, foi castigado e multado por um gesto de “contar dinheiro”, insinuando suborno. Mesmo cá, Enzo Pérez, em 2013, teve castigo anunciado quatro dias depois do jogo em que fez o mesmo gesto que Suarez.
O que choca é ver, no caso do Sporting, jornais a passarem a mensagem de que nem nesta época haverá castigo, quando só passaram dois dias. Isto cria um problema de confiança impunidade. A justiça desportiva tem de ser rápida e previsível, para todos. Se não for, fica sempre a dúvida: a velocidade depende do clube?
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