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·17 aprile 2026
Conselho de Disciplina ao lado de atitudes racistas

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·17 aprile 2026

O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol decidiu arquivar o processo instaurado ao FC Porto, na sequência dos incidentes registados no clássico frente ao Sport Lisboa e Benfica, disputado a 8 de março de 2026, no Estádio da Luz.
Em causa estava uma participação apresentada pelo Benfica, relacionada com o comportamento de um adepto portista que foi filmado a exibir a imagem de um macaco num telemóvel e a imitar gestos na direção dos adeptos encarnados.
No acórdão, o Conselho de Disciplina conclui que não estão reunidos os pressupostos para punir o clube, sublinhando que seria necessário provar que o FC Porto “promoveu, consentiu ou tolerou” comportamentos discriminatórios. O órgão considera que o episódio foi um ato isolado, não identificado no momento pelas autoridades, e que a ausência de uma reação pública do clube não configura, por si só, responsabilidade disciplinar.
O documento refere ainda que uma eventual nova sanção poderia violar o princípio da proibição da dupla punição, uma vez que o FC Porto já tinha sido sancionado, em processo sumário, por cânticos e tarjas de natureza discriminatória durante o mesmo encontro.
Apesar de reconhecer a gravidade objetiva do gesto, o Conselho de Disciplina determinou o encerramento do processo sem qualquer sanção adicional para os azuis e brancos.
A decisão deverá gerar contestação, sobretudo junto do Benfica, que tinha apresentado provas do incidente e defendia a necessidade de identificação e punição do adepto envolvido.
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