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·5 giugno 2026

Decisão internacional coloca clube paulista contra a parede e acende alerta nos bastidores

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O Santos FC sofreu mais um revés fora das quatro linhas. A Corte Arbitral do Esporte, conhecida pela sigla CAS, manteve a condenação imposta anteriormente pela Fifa e determinou que o clube pague mais de 2 milhões de euros ao AS Monaco pela contratação do volante Jean Lucas.

A decisão representa um novo desafio para a diretoria santista, que tenta reorganizar as finanças após temporadas marcadas por dificuldades econômicas. Caso o valor não seja quitado dentro das exigências estabelecidas, o Peixe corre o risco de sofrer um transfer ban, punição que impede o registro de novos jogadores e pode comprometer o planejamento esportivo para as próximas janelas de transferências.


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Entenda a origem da cobrança milionária

O impasse teve início após a negociação que trouxe Jean Lucas de volta ao futebol brasileiro. O acordo entre Santos e Monaco previa o pagamento de US$ 6 milhões, divididos em parcelas. Segundo o processo, o clube paulista cumpriu os dois primeiros pagamentos, realizados em agosto de 2023 e junho de 2024.

Entretanto, a terceira e última prestação, que venceu em 31 de janeiro de 2025, não foi quitada. Diante da inadimplência, o Monaco acionou a Fifa para cobrar o valor pendente. Em maio de 2025, a entidade máxima do futebol mundial deu razão ao clube francês e determinou o pagamento da dívida.

Na tentativa de reverter o cenário, o Santos recorreu ao CAS, considerado a instância máxima da Justiça esportiva internacional. A diretoria apresentou argumentos e também buscou negociar uma nova forma de pagamento. A proposta previa o parcelamento da quantia restante em duas etapas, com vencimentos em agosto de 2025 e janeiro de 2026.

O Monaco, contudo, não aceitou a alternativa sugerida. Com isso, o processo seguiu seu curso até a decisão definitiva da Corte Arbitral do Esporte.

Em julgamento concluído em 22 de maio, o CAS confirmou integralmente a condenação aplicada pela Fifa. Além dos 2,032 milhões de euros referentes à parcela em aberto, o Santos também terá de arcar com juros calculados em 32.876,71 euros.

A decisão aumenta a pressão sobre a administração santista, que agora busca uma solução para evitar novas consequências esportivas. O risco de um transfer ban preocupa dirigentes e torcedores, especialmente em um momento em que o clube trabalha para fortalecer o elenco e manter estabilidade dentro e fora de campo.

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