Dorival reclama de pênalti não marcado para o Corinthians: “Absurdo” | OneFootball

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·23 marzo 2026

Dorival reclama de pênalti não marcado para o Corinthians: “Absurdo”

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Após empate polêmico entre Corinthians e Flamengo, neste domingo (22), em Itaquera, o técnico Dorival Junior também foi mais um a criticar a arbitragem de Rodrigo José Pereira de Lima. Ele, aliás, que não marcou pênalti em um disputa entre Ayrton Lucas e André, e o VAR Wagner Reway, que não recomendou a revisão.

“A penalidade não marcada já é um absurdo, não ser avaliada pelo arbitro de vídeo é pior ainda. Um detalhe que poderia ter nos dado um resultado muito importante aqui dentro. Procuramos o gol a todo momento, fomos uma equipe incisiva em cima de uma grande equipe como o Flamengo e quando o jogo estava 11 contra 11 também”, disse Dorival.


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Além disso, o técnico também fez duras críticas ao tempo de bola rolando no futebol brasileiro.

“Eu preferia que talvez não existisse essa expulsão, porque a partir dai acabou o jogo. Isso vem acontecendo com frequência em todos os jogos do Campeonato Brasileiro. Nós não temos 60 minutos de partida em nenhuma das partidas jogadas. Em uma partida anterior que nós tivemos, se não me falha a memória, 10 minutos de acréscimo e 1min20s de bola rolando. Então isso é um fator muito importante que dificulta pra quem tá buscando, pra quem quer criar, pra quem quer jogar”, comentou.

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Dorival acredita em recuperação do Corinthians – Foto: Divulgação/Corinthians

Situação complicada

Em entrevista, Dorival foi questionado sobre pressão por conta dos resultados. O Corinthians chegou aos 10 pontos e assumiu a 10ª colocação do Campeonato Brasileiro. O time, aliás, ampliou o jejum de jogos sem vencer para sete.

“Continuando a trabalhar, só isso. Eu acho que não tem outro caminho. Tenho consciência do que estou desenvolvendo no Corinthians desde o dia em que cheguei. É só fazerem um levantamento de tudo o que passamos aqui dentro, de tudo o que aconteceu e dos resultados que alcançamos”, disse antes de complementar.

“É um momento que incomoda. Foi mais difícil do que o ano passado? Não, o ano passado foi muito mais difícil; este ano as coisas estão organizadas. É uma fase pela qual muitas equipes passam. Se as pessoas tiverem um pouquinho de paciência e consciência, vão perceber que tem coisas boas acontecendo, mesmo quando os resultados não vêm. Somos uma equipe com posse de bola, que busca criação e tem organização defensiva e ofensiva; sofremos muito pouco ao longo das partidas.

Finalizações

A eficiência nas finalizações também entrou na pauta da coletiva. Ele indicou que a ansiedade pode atrapalhar neste momento.

“Muito bem colocado. Isso pode estar atrelado a uma ansiedade que, às vezes, é natural. O curioso é que temos a posse de bola na maioria das partidas, mas nem sempre conseguimos traduzir isso em gols. É compreensível, pois estamos sem nossos principais atacantes, jogadores habituados a marcar, e estamos preparando uma geração jovem. Precisamos ter calma para não nos precipitarmos e jogarmos uma responsabilidade excessiva sobre esses garotos; haverá momentos em que a definição dependerá deles e eles terão que buscá-la”, ressaltou.

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