Mercado do Futebol
·12 maggio 2026
Eduardo Dominguez prega paciência com jovens da base, fala sobre sistema defensivo e avalia saída de Hulk

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No último domingo (10), o Atlético recebeu o Botafogo, pela 15ª rodada do Brasileirão 2026. O bom jogo alvinegro, no entanto, ficou marcado pelo vacilo da zaga e o gol do time visitante nos acréscimos do segundo tempo, empatando o duelo em 1 a 1.
Ao final do confronto, o comandante Eduardo Dominguez falou sobre o jogo e destacou a paciência que a torcida precisa e vai precisar com o elenco nos próximos jogos, principalmente com os jovens atletas da base.
Os garotos vão precisar ter um pouco mais de paciência para jogar. Nesse momento sensível que estamos vivendo, eles vão precisar ter paciência. Não sabemos como eles vão reagir nesse momento. Quando o resultado não acontece, claro que vamos falar sobre os garotos, mas eles estão recebendo oportunidades. Não um ou dois jovens, vários deles. Então lamentavelmente eles vão precisar ter paciência. Eu jamais vou pedir paciência ao torcedor, mas entre a gente, isso vai precisar acontecer”, finalizou.
O comandante seguiu falando sobre o sistema defensivo alvinegro e as falhas recorrentes e apontou como solucionar esse problema.
“Eu tenho uma crença de que tudo está interligado. Não é só a parte defensiva, nem só a ofensiva, é o todo. Não é só a parte física, nem só a mental, é tudo. Se um está cansado, isso passa para todos no dia a dia. Um está cansado e, quando fez assim, passou a bola para outro jogador e seguiu o jogo. Não posso dizer que é só uma parte, porque tudo está interligado. O que temos que melhorar é tudo. E é um pouco de cada coisa. Porque, no fim das contas, é um pouco de cada coisa. Sabemos o que devemos melhorar, como devemos melhorar”.
Por fim, Dominguez destacou a saída de Hulk e falou sobre os novos líderes do elenco em campo.
“Sempre quando uma grande referência se vai, deixa um vazio. E é normal essa sensação de vazio. Mas o Maycon executou um pênalti com muita categoria no clássico. Fizemos gols de bola parada na partida anterior. Vitor Hugo entrou sozinho na segunda trave e errou o cabeceio. Ele caiu quando caiu com a bola e não pude executar bem. Cassierra errou na primeira trave, antes de Vitor. Ou seja, a situação é a que temos. Sim, eu entendo a sensação, mas a resolvemos como equipe”.







































