Florentino Luís admite: «Ficava a carreira toda no Benfica» | OneFootball

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·25 marzo 2026

Florentino Luís admite: «Ficava a carreira toda no Benfica»

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No passado mercado de transferências de verão, Florentino Luís deixou o Benfica para rumar ao Burnley por empréstimo até ao final da época. No entanto, o médio admitiu que a saída dos encarnados foi difícil e que espera voltar a representar as águias no futuro.

«A decisão foi mais racional, porque se fosse pela emoção ficava a carreira toda no Benfica. Custou e custa saber que era um clube que eu gosto muito, por isso é que ainda hoje acompanho muitos jogos. Mesmo a minha filha, a de quatro anos mais velha, diz que tem saudades do Benfica, portanto é um clube que ficou marcado tanto para mim como para a minha família e que gostaria no futuro de voltar a representar», começou por afirmar, em entrevista ao podcast Final Cut da Sports Tailors.


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«Era um sonho que eu tinha de vir para a Premier League, então aproveitei esta oportunidade, achei que era o momento certo. Quando venho para cá, a primeira e única pessoa com quem eu falei foi o Zeki Amdouni, porque ele tinha jogado o ano passado comigo e estava no Burnley. Ele disse-me que eu deveria ir porque seria uma boa experiência, que não ia ser fácil de manter na Premier League, que iria ser uma luta até o fim, o que está a ser até agora, e a partir daí eu senti logo a confiança de ir para o Burnley», explicou ainda.

Questionado sobre Bruno Lage e Roger Schmidt - dois treinadores com quem foi campeão ao serviço dos encarnados -, o jogador, de 26 anos, apontou as coisas positivas.

«Foram dois tempos diferentes e se não fosse o Bruno Lage a apostar em mim na altura, se calhar hoje não estava aqui e não me tinha estreado no Benfica. Tenho sempre essa gratidão por ele, porque foi um treinador que me abriu essa porta, que é difícil de abrir. Ele tem todo o mérito no trabalho que fez no Benfica, nas duas vezes, na primeira em que recupera os pontos e é campeão, e da segunda vez em que consegue dar uma melhor dinâmica», referiu.

«O Schmidt foi como uma nova vida, lembro-me quando ele veio para o Benfica e falou com todos os jogadores que queria conhecer. Chamou-me ao escritório para saber como eu estava, como tinham sido os meus últimos anos. Ver que ele conseguiu apostar em mim mesmo eu não tendo duas épocas de empréstimo como eu desejava, demonstra o apreço que tinha por mim como jogador. Foi um treinador também muito importante e sou muito grato a ele», comparou.

Por fim, voltou a afirmar o seu desejo em representar Portugal, apesar do forte interesse de Angola: «Sinto-me muito honrado quando me associam a Angola, que é o país onde nasci. Sou angolano, mas também sou português. A razão da minha escolha por Portugal é porque teve um impacto maior na minha história como pessoa.»

Ao serviço dos clarets, Florentino Luís soma duas assistências em 26 encontros.

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