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·24 marzo 2026
Gabriel Sara revela surpresa com convocação e diz que ida à Seleção é “oportunidade da vida”

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Ex-São Paulo, o meio-campista Gabriel Sara foi pego de surpresa ao ouvir seu nome na lista do técnico Carlo Ancelotti para integrar a delegação da Seleção Brasileira nos amistosos contra França e Croácia. O jogador do Galatasaray contou como pretende convencer o treinador a mantê-lo entre os convocados para a Copa do Mundo e classificou a chance na equipe nacional como “a oportunidade da vida”.
“Foi uma grande surpresa para mim, na verdade. Se olhar três meses para trás, não imaginaria estar aqui. Pegou um lado emocional meu, sonho de criança. A gente olha o passado, o quanto trabalhou, e se sente muito grato. Ao mesmo tempo, estou muito motivado. É muito difícil chegar até aqui e ainda mais difícil se manter. É o início de um trabalho, de uma trajetória. Espero estar apto, dar o meu melhor e continuar”, afirmou Sara.
“É a oportunidade da vida. Temos que agarrar com unhas e dentes. Espero fazer meu melhor, manter meu nome vivo para a Copa e, se Deus quiser, estar lá”, completou.
Esta é a primeira convocação de Gabriel Sara para a Seleção Brasileira principal. O meio-campista ganhou espaço após boas atuações pelo Galatasaray, especialmente na Liga dos Campeões. Nos playoffs contra a Juventus, marcou um gol e deu uma assistência, contribuindo diretamente para a classificação do time turco.
“Tenho que continuar sendo eu mesmo. Como pessoa, a gente não muda muito. Sou muito tranquilo, sossegado, e espero que possam ver isso. Quero aproveitar ao máximo em campo para mostrar futebol. Sabemos que não é fácil, mas temos oportunidades diárias, e espero aproveitá-las ao máximo”, disse.
Gabriel Sara acredita que sua versatilidade pode ser um diferencial para convencer Ancelotti. Embora atue preferencialmente como volante, ele também pode jogar mais avançado. O meia de 26 anos explicou ainda como evoluiu desde sua saída do São Paulo até chegar ao Galatasaray.
“Procuro sempre aprender o máximo porque hoje, muitas vezes, o jogador precisa exercer mais de uma função. Para mim, o mais importante é jogar, independentemente da posição. Na Champions mesmo, fiz isso. No Brasil, joguei em diversas posições também. Consigo me adaptar a qualquer posição, geralmente”, afirmou.
“Acho que ganhei mais casca, mais maturidade também. Era muito novo no São Paulo. Meu tempo na Inglaterra me ajudou bastante a me desenvolver como jogador. Redescobri uma posição. No São Paulo, eu jogava mais à frente; no Norwich, baixei um pouco mais, o que me ajudou bastante, e no Galatasaray foi a sequência desse trabalho. Evoluí tecnicamente e ganhei mais maturidade”, completou.









































