Esporte News Mundo
·31 marzo 2026
Jogador do Corinthians tira cidadania italiana e aumenta chances de transferência

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·31 marzo 2026

Destaque do Corinthians, Breno Bidon agora tem nacionalidade italiana. Com essa decisão, a tendência é que o meio-campista vire alvo do mercado europeu a partir da próxima janela de transferências. Empresário de Bidon, Fernando Brito explica o impacto da escolha:
“O cenário muda completamente a partir de agora. Antes, o Breno brigava por uma das três vagas de estrangeiro de cada clube europeu. Agora, as possibilidades são muito maiores”, afirma o agente.
Ao obter a cidadania de um país membro da União Europeia, o jogador do Corinthians deixa de ser um extracomunitário. Países como Espanha, França e Itália, limitam o número de jogadores estrangeiros em cada clube.
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(Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians)
Breno Bidon é neto de italiano, então a questão familiar pesou. O atleta de 21 anos iniciou o processo para obter a documentação em 2024, antes de estrear profissionalmente no Corinthians.
Bidon ainda precisa do passaporte europeu, o que pode levar alguns meses.
“Mesmo que esse documento não saia antes da próxima janela de transferências, só o fato de ele ser cidadão italiano já influencia bastante na avaliação do mercado. Primeiro que, na situação atual, ele já poderia ser inscrito como comunitário na Série A italiana. Segundo que algum clube europeu pode querer comprá-lo agora, mas levá-lo somente no fim do ano. Mas temos a expectativa de que o passaporte saia antes do fechamento da janela, em setembro”, disse Fernando Brito.
Titular absoluto do Corinthians e cogitado na Seleção Brasileira, o volante falou sobre o sonho de jogar na Europa em entrevista à TNT Sports. “Ah, eu sonho sim em jogar na Europa, é um sonho desde pequeno poder jogar uma Champions League, poder jogar, como eu falei, uma Copa do Mundo. É um sonho desde pequeno, mas acredito que eu tenho essa vontade. Não sei quando vai ser o momento, mas eu tenho essa vontade de jogar fora”, destacou.
Internamente, o Corinthians sempre tratou Bidon como ativo estratégico, com contrato longo e multa elevada. O Timão tem 90% dos direitos econômicos dele e acredita em uma venda lucrativa.









































