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·20 gennaio 2026

José Mourinho: «Quando olhei para trás no avião, pensei que era treinador da equipa B»

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Na antevisão à partida frente à Juventus, José Mourinho, treinador do Benfica, não 'abriu o jogo' sobre as peças que irão estar em campo no apito inicial. Porém, o técnico dos encarnados indicou um nome que vai estar certamente no banco de suplentes. O 'Special One' comentou, ainda, sobre a onda de lesões no plantel e sobre a convocatória preenchida por jovens jogadores da equipa B.

Rafa Silva fechado?: «Não falo de jogadores de outros clubes, já sabem disso há imenso tempo. Acho que é o modo correto de olhar para as coisas e de me proteger a mim e ao meu clube. Só falo de jogadores que são do Benfica. Nada há nada que falar.»


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Próximo jogo é uma final?: «É uma final como todas. Olhando para a classificação e pontos que normalmente são necessários para a qualificação, obviamente que o Benfica precisa de pontos. Não consigo dizer se são de três, quatro ou cinco, não faço a mínima ideia. Se amanhã o empate for suficiente para nós, teríamos algumas amarras do ponto de vista psicológico. Mas não a temos. Sabemos contra quem jogamos e onde jogamos. Vamos tentar ganhar o jogo. Depois, veremos o que nos faltará para nos podermos qualificar no último jogo.»

A relação com Spalletti: «A relação não é importante, mas entendo que em Itália e em Portugal esse tipo de histórias são mais importantes do que a realidade. O importante é a Liga dos Campeões, o Benfica e a Juventus. Spalletti disse algo muito lindo. Disse que jogar contra o Benfica é como jogar contra um pedaço da história. Agradecemos muito essas palavras. Acho que já é público a relação que tenho com o Spalletti. A briga, essa parte do futebol, foi algo sem importância que aconteceu aqui em Itália. É um treinador que eu gosto muito e acho que esse é o aspeto mais importante.» Bruma irá estar no banco de suplentes: «A única coisa que vou dizer sobre a equipa de amanhã, é que o Bruma começa no banco. Até o próprio Bruma já confessou que não está a 100% do seu potencial e que não está em condições para jogar 90 minutos. Começará no banco, mas é como ele diz, se precisar dele, com a sua experiência e a sua vontade em ajudar, contarei. Aproveito para lhe dar os parabéns porque a sua recuperação é verdadeiramente muito boa. Quando se lesionou, lesionou-se à minha frente, enquanto eu era treinador do Fenerbahçe. Vi logo a dimensão da coisa e nunca esperei que pudesse voltar à competição em janeiro. Fez um grande trabalho para recuperar. O que tem de fazer agora é aquilo que me prometeu há uns dez,15 anos, quando jogou contra mim e fez golo. No final da partida, disse-me, 'levas-me para uma equipa tua e vou marcar golos para ti'. Agora tem a oportunidade.»

«Quando olhei para trás no avião, pensei que era treinador da equipa B»: «Os jogadores do Benfica sabem o que é ser jogador de equipa grande e com menos ou mais qualidade, com menos ou mais experiência, quem veste a camisola do Benfica sabe que tem de dar a cara. No nosso grupo, quando olhei para trás no avião, pensei que era treinador da equipa B, porque estão connosco 8 jogadores da equipa B e isso significa também as nossas dificuldades com tantas lesões que temos. Mas isto é Benfica. Queremos chegar ao último jogo com possibilidades de nos qualificarmos. Foi o que fizemos frente ao Ajax e Nápoles. O objetivo é sairmos amanhã com a qualificação aberta para o último jogo.»

Bons indícios frente ao Rio Ave: «O Benfica já vinha a fazer alguns bons jogos, já vinha a jogar bem, no vosso conceito, há muitas partidas. Se forem ver os mapas de posicionamentos do Sudakov, de quem falaram tanto, não varia muito de jogo para jogo. As suas áreas de ação são praticamente as mesmas. Mas também há algo fundamental, nós procuramos uma identidade, de acordo com os jogadores que temos à nossa disposição. Com todo o respeito pelo Rio Ave, que é uma boa equipa, a Juventus é a Juventus, e por muito que nós possamos tentar fazer um jogo igual ao que fizemos contra o último adversário, a próxima partida será seguramente muito difícil.»

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