Glorioso 1904
·1 luglio 2026
Manteigas diz que alertou Costa para caso de Duarte Gomes, mas que líder do Benfica não quis saber

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A polémica em torno da arbitragem nacional voltou a ganhar força após novas revelações ligadas à saída de Duarte Gomes da FPF, com o caso a ser agora analisado também pelo Ministério Público. Nesse contexto, João Diogo Manteigas recordou a utilidade das Assembleias Gerais do Benfica para alertar para o tema.
"A utilidade desta Assembleia anual no universo benfiquista prova-se pelas notícias publicadas hoje e que desenvolvem o que esteve na base da renúncia de Duarte Gomes ao cargo de diretor técnico nacional de arbitragem. A direção do Sport Lisboa e Benfica foi avisada e informada antecipadamente pelos sócios (neste caso, pela minha própria pessoa) quanto a esta situação em concreto. Foi sugerido que o diretor geral da SAD se focasse totalmente na arbitragem esta época com base em mais um episódio que não dignifica o setor", escreve no LinkedIn,
Já sobre o momento da Assembleia Geral e as alegadas causas da saída de Duarte Gomes, Manteigas deixou críticas mais diretas à gestão do processo e ao envolvimento de figuras do futebol português. O advogado referiu ainda o papel de vários responsáveis federativos, afirmando "que se deve ajudar Mário Branco a definir o seu papel". "Se não sabem, perguntem diretamente a Pedro Proença que vocês apoiaram contra a vontade da maioria dos benfiquistas. Dou-vos uma pista: Hélder Malheiro, Pedro Garcia e Luciano Gonçalves. Agora, façam o vosso trabalho e pressionem", afirmou na Assembleia Geral.
Quatro dias depois da sua intervenção, o advogado voltou a centrar o discurso na liderança do clube e nas opções tomadas em anteriores processos eleitorais na FPF. Nesse âmbito, apontou responsabilidades a Rui Costa: "Em várias Assembleias Gerais do Clube nos últimos anos, foram inúmeras as vezes que o Presidente do Sport Lisboa e Benfica foi alertado para que não apoiasse, nem votasse, naquela que é hoje a atual direção da Federação Portuguesa de Futebol".
O advogado concluiu que o atual rumo seguido pelo Clube terá sido contrário ao posicionamento dos sócios, deixando ainda um aviso sobre o futuro da gestão institucional. Nesse sentido, afirmou: "seguiu 'em contramão' contra a vontade dos seus consócios", «votou isolado 'no projeto' de Pedro Proença e tornou-se cúmplice deste". Ainda vai a tempo de nos ouvir e de blindar a nossa gloriosa Instituição", finalizou.
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