Massis promete reduzir preço de ingressos. E, amarrado com Live Nation, tenta remanejar shows para não ficar sem Morumbi | OneFootball

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·18 luglio 2026

Massis promete reduzir preço de ingressos. E, amarrado com Live Nation, tenta remanejar shows para não ficar sem Morumbi

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O presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, promoveu na quinta-feira (16) um encontro com a imprensa segmentada independente que cobre o clube. O AVANTE MEU TRICOLOR esteve presente e trazemos tudo o que foi falado pelo mandatário na conversa, que não pôde ser gravada a pedido da assessoria de imprensa.

Preocupado com a queda de público registrada em maio nas partidas válidas pela Copa Sul-Americana — que contaram com a presença de cerca de 15 mil torcedores —, Massis defendeu uma revisão na política de preços dos bilhetes como estratégia para reaproximar o torcedor do estádio.


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O presidente indicou que o próximo confronto da equipe pelo Campeonato Brasileiro no Morumbi, diante do Coritiba, às 21h (de Brasília) do dia 15 de agosto, contará com redução nos valores das entradas para o setor popular, as antigas arquibancada e cadeiras intermediárias amarelas.

Ainda durante o encontro, Massis detalhou as diretrizes de sua gestão para a administração do estádio, além de abordar a relação com parceiros comerciais e a política de ingressos para a temporada de 2026.

O mandatário descartou qualquer projeto de modernização ou reforma estrutural da casa são-paulina a curto ou longo prazo, apontando a ausência de viabilidade financeira para o investimento. “Quem vai fazer isso? As construtoras podem fazer, mas quem vai pagar”, questionou o dirigente.

Na mesma linha, Massis rechaçou categoricamente a possibilidade de implementação de gramado artificial no estádio, alinhando-se ao posicionamento do departamento de futebol. “Jamais. Nem a comissão técnica nem os jogadores querem”, enfatizou.

Adiantamentos de receitas e entraves com a Live Nation

Outro ponto crítico abordado pelo presidente foi o contrato vigente com a empresa de entretenimento Live Nation para a realização de grandes shows no estádio. Segundo o dirigente, os termos atuais tornam o documento impossível de ser renegociado de forma unilateral.

O cenário financeiro do acordo apresenta complexidades devido a decisões da administração anterior:

Antecipação de repasses: O clube adiantou uma parcela expressiva do montante total do contrato na gestão passada de Julio Casares;

Impacto orçamentário: Em decorrência dessa antecipação, o fluxo de caixa do São Paulo quase não registrou novas receitas provenientes deste contrato ao longo do ano de 2026;

Ajuste de calendário: Para mitigar os impactos esportivos, a diretoria negocia maior autonomia nas datas e conseguiu remanejar shows previstos para o período de setembro a novembro de 2027, antecipando-os para fevereiro do mesmo ano, de modo a preservar o gramado nos meses decisivos das competições.

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