Esporte News Mundo
·3 luglio 2026
Matheus Cunha admite ‘fantasma’ na Seleção e faz promessa antes de duelo contra Noruega

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Às vésperas do confronto contra a Noruega, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, Matheus Cunha revelou que as eliminações do Brasil nos últimos Mundiais ainda fazem parte das conversas dentro da Seleção. O atacante afirmou que o elenco comandado por Carlo Ancelotti trata o assunto como uma motivação para evitar que a história se repita.
Eliminado pela Bélgica em 2018 e pela Croácia em 2022, o Brasil tenta deixar para trás um ciclo de frustrações. Segundo o camisa 9, os jogadores que viveram essas campanhas compartilham as experiências com o restante do grupo.
“Temos algumas conversas sobre o momento exato da eliminação, de não querer viver aquilo de novo ou da escola de onde ele vem. Alguns atletas passaram por isso em outras Copas. Temos que fazer o máximo possível para sumir com esse fantasma. Independentemente de quem venha pela frente, temos que passar por essa dificuldade. Espero que, desta vez, seja diferente e a gente possa contar a nossa história“, afirmou.

Matheus Cunha em entrevista coletiva pela Seleção Brasileira (Foto: Nelson Terme/CBF)
A declaração foi dada nesta sexta-feira (3), durante a concentração da Seleção Brasileira em Nova Jersey. Vivendo grande fase na competição, Matheus Cunha já marcou três gols na Copa do Mundo e se consolidou como uma das principais peças do sistema ofensivo de Carlo Ancelotti.
O atacante também comentou a ausência de Lucas Paquetá, lesionado, e reconheceu que a perda interrompe um processo de entrosamento que vinha sendo construído ao longo da competição.
“É difícil responder essa pergunta. Depende do plano de jogo do treinador. Estamos cada vez mais confiantes com esse entrosamento e a continuidade que estamos tendo. Dá uma confiança muito grande repetir algumas coisas, demonstrando para vocês e para nós que está dando certo. Vamos sentir falta do Paquetá, porque estávamos criando uma rotina de entrosamento. Depende do que o treinador vai querer para a equipe. Não quero ter a responsabilidade de ser o treinador agora“, brincou.
Projetando o duelo contra a Noruega, Cunha explicou que a comissão técnica vem preparando diferentes estratégias para enfrentar uma equipe que costuma atuar com forte organização defensiva. Segundo ele, Ancelotti adapta constantemente as funções dos jogadores de acordo com o comportamento do adversário.
“Cada jogo tem uma dificuldade diferente. Creio que o plano tático e as formações acabam mudando muito durante os jogos. Estou jogando como camisa 9, mas também faço uma função parecida com a de um ponta em um losango, como meia de criação flutuando. O Odegaard faz muito isso também e, às vezes, atua até como volante, mas é um meia. O treinador e a comissão técnica dão funções diferentes aos jogadores de acordo com cada partida, e isso é comum. Contra o Japão, enfrentamos um bloco defensivo compacto, e ele pediu para eu ficar um pouco mais aberto para criar espaços. Se a Noruega vier da mesma forma, estaremos preparados para nos adaptar durante o jogo“, concluiu.
Brasil e Noruega se enfrentam neste domingo (5), às 17h (de Brasília), pelas oitavas de final da Copa do Mundo. O vencedor seguirá na luta pelo título e enfrentará México ou Inglaterra







































