Mercado ainda pode mexer no Sporting: Luis Guilherme e Faye podem não ser os únicos reforços | OneFootball

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Leonino

·15 gennaio 2026

Mercado ainda pode mexer no Sporting: Luis Guilherme e Faye podem não ser os únicos reforços

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O mercado de inverno do Sporting não está desenhado como uma revolução, mas também não está fechado a sete chaves. A estratégia passa por prudência e equilíbrio: estavam duas contratações planeadas - uma já concretizada, outra muito próxima de o ser - porém, existem condições para que o plantel ainda possa receber mais reforços, caso se confirmem saídas nas próximas semanas.

Luís Guilherme já é realidade em Alvalade. O extremo brasileiro de 19 anos chegou do West Ham por 14 milhões de euros, mais bónus que podem elevar o negócio aos 17 M€, e encaixa numa lógica de investimento de médio/longo prazo. A segunda peça ofensiva está igualmente identificada: Souleymane Faye, extremo senegalês de 22 anos do Granada, cuja transferência continua bem encaminhada, apesar dos atrasos burocráticos associados ao facto de o clube espanhol pertencer a um grupo chinês. Com estas duas operações, o plano inicial do mercado fica cumprido.


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Ainda assim, as portas não estão fechadas. Em Alvalade existe abertura para negociar eventuais saídas, sobretudo de jogadores em fim de contrato, como Matheus Reis e Hidemasa Morita. Esta janela representa a última oportunidade para realizar um encaixe financeiro com ambos e, se tal cenário se concretizar, o Sporting não deixará lacunas por preencher: uma saída do brasileiro obrigaria à entrada de um central canhoto, enquanto a do japonês implicaria o reforço do meio-campo.

Também Alisson Santos poderá deixar o clube, embora num contexto diferente - por empréstimo, com o objetivo de ganhar minutos e maturidade competitiva. No que diz respeito às alas, essa frente ficará salvaguardada com as entradas de Luís Guilherme e Faye.

Em síntese, o mercado do Sporting vive num equilíbrio delicado: não há uma política de portas abertas, mas há margem de manobra. Se alguém sair, outro alguém entrará. Rui Borges poderá, assim, acabar este mercado com mais do que os dois reforços inicialmente previstos - não por excesso, mas por necessidade estratégica.

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