Jogada10
·10 luglio 2026
Muito a evoluir no novo ciclo da Seleção Brasileira

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·10 luglio 2026

Eliminada nas oitavas de final da Copa de 2026 pela Noruega, a Seleção Brasileira tem muito a evoluir para se tornar novamente competitiva em nível mundial. No próximo ciclo, pelo menos no início sob o comando do italiano Carlo Ancelotti, que teve o contrato renovado, será preciso encontrar alternativas para quase todas as posições.
Sem dúvida, faltam goleiros incontestáveis, laterais e meio-campistas de mais categoria. Na frente, a situação não chega a ser tão grave, com boas opções: Vini Jr, Estêvão, Rayan, Luiz Henrique e Rodrygo, entre outros. A exceção diz respeito aos centroavantes.
O chamado comandante de ataque, que durante tantas décadas foi fartura por aqui, sumiu do mercado nacional. Só para lembrar, formamos nomes como Ademir Menezes, Vavá, Reinaldo, Careca, Roberto Dinamite, Ronaldo, Romário, Adriano e tantos outros.

Vini Jr sofreu duras críticas após a eliminação contra Noruega – Foto: Buda Mendes/Getty Images Buda Mendes/Getty Images
Os meias também desapareceram. Não há ninguém que passe perto da qualidade de nomes como Didi, Zizinho, Rivellino, Tostão, Zico, Sócrates, Ronaldinho Gaúcho, Kaká… sem falar, claro, em Pelé, que dispensa adjetivos e aprofundamentos pelo bem do futebol.
O trabalho de Ancelotti será árduo e precisa melhorar demais. O que o treinador italiano apresentou na Copa do Mundo foi pouco, quase nada na verdade. Tivemos um time limitado – o que não era novidade –, previsível e até covarde em muitos momentos do jogo, o que é inadmissível. Dar a bola para a Noruega na partida da eliminação é algo que agride a nossa tradição até aqui. Isso não combina com a essência da Seleção pentacampeã, seja há tres décadas ou ainda hoje. Em relação ao futuro, no ritmo atual, infelizmente, já fica impossível prever.







































