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·2 aprile 2026

Nesse dia de Galo, nascia Paulo Sérgio, cotado como o sucessor de Luizinho

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No universo do futebol, as expectativas sobre um jovem talento podem ser um fardo pesado. Para o mineiro Paulo Sérgio, natural de Confins, que nasceu nesse dia de Galo, há 57 anos, a missão não era simples: ele subiu ao profissional em 1989 com o rótulo de sucessor natural do mestre Luizinho. Hoje, anos após pendurar as chuteiras, sua vida tomou rumos que vão muito além dos gramados.

O INÍCIO AVASSALADOR NO GALO


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Cria das categorias de base, Paulo Sérgio surgiu como um fenômeno. No ano de sua estreia (1989), o defensor conquistou o que muitos levam uma carreira inteira para alcançar, como a Bola de Prata e o Troféu Guará, de melhor zagueiro e revelação do futebol brasileiro.

Apesar do início brilhante, o futebol o levou por outros caminhos. Após passagens pelo XV de Jaú, Athletico Paranaense e Anápolis, o zagueiro seguiu para Portugal em 1996, onde construiu uma carreira sólida em clubes como Leça, Farense e Varzim, antes de se aposentar em 2004.

Pelo Maior de Minas foram 72 jogos disputados entre 1989 e 1994, com dois gols anotados.

DE ZAGUEIRO A PASTOR: A VIDA NA INGLATERR

Hoje, a realidade de Paulo Sérgio é distante do barulho das arquibancadas. Residindo em Newbury, nos arredores de Londres, ele é pastor da Igreja Presbiteriana Renovada. Casado com a mineira Elaine, é pai de Beatriz e Gabriel — ambos nascidos em solo português.

“O GALO NÃO SAI DA GENTE”

Mesmo vivendo há mais de 25 anos longe de Belo Horizonte, o sentimento pelo Atlético permanece intacto. Em um bate-papo com o jornalista Eduardo de Ávila, o ex-zagueiro descreveu essa conexão de forma poética:

“É algo que não sai de dentro da gente. Sinto como se tivesse uma tatuagem do Galo na palma da mão. Está sempre visível, basta olhar”, afirmou o ex-atleta, reforçando a famosa frase de Cuca de que “podemos sair do Galo, mas o Galo jamais sai da gente”.

Este reencontro com a história de Paulo Sérgio foi possível graças à sua cunhada, Robertinha, figura carimbada na “Arena do Espeto” durante os pré-jogos no Horto. Uma prova de que, não importa a distância ou a profissão, a Massa Atleticana sempre encontra um jeito de se conectar.

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