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·27 febbraio 2026

O Homem que mudou o jogo no São Paulo

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O Homem que mudou o jogo no São Paulo

Rafinha é hoje o grande fiador interno da virada de ambiente do São Paulo, usando liderança de vestiário, trânsito político no CT e invencibilidade inicial para “organizar o furacão” em apenas um mês. Segundo o GE, em um mês, o impacto dele se deve a alguns fatores:

Reconquistou o vestiário, seu antigo território como capitão, e voltou a ser a voz forte nas preleções, falando a “linguagem da bola” para motivar o elenco. Virou o principal “resolvedor de problemas” do clube, sendo descrito internamente como quem mais entende e soluciona questões no dia a dia, do jogador ao presidente. Ajudou a aliviar o excesso de funções de Rui Costa, permitindo que o executivo não ficasse sobrecarregado depois das saídas na diretoria.

Mistura resenha e “palavra séria”: conversa diariamente com atletas, jovens de Cotia e experientes, tanto para conselhos quanto para sentir o clima e necessidades do grupo. Mantém forte ligação com Lucas, Calleri e líderes técnicos, que o veem como alguém que “une o grupo, briga por nós” e sabe a hora de cobrar e a hora de descontrair. É presença constante no CT da Barra Funda e nos jogos, em casa e fora, algo valorizado por Hernán Crespo, que o enxerga como complemento essencial no dia a dia.

Lucas destaca que ele conhece bem o clube, o elenco e é são-paulino, o que aumenta a identificação e o peso da sua fala. Crespo ressalta que eles têm trajetórias e experiências de vida parecidas, o que facilita o entendimento entre treinador e gerente. Calleri e Sabino reforçam que, na prática, ele ainda é “quase jogador”: comanda resenha, protege o grupo e mantém a competitividade de quem “não gosta de perder”.

Desde a volta como gerente de futebol, Rafinha está invicto: sete vitórias e um empate, sequência que ajuda a consolidar sua autoridade e o discurso de reorganização. O próprio Rafinha fala em “confusão boa”: saiu de uma vida confortável na TV para mergulhar no “furacão” São Paulo e viver de novo o dia a dia de clube. Para o torcedor, ele é visto como o homem que ajudou a organizar o caos e recolocar o time no caminho das vitórias em um momento de grande pressão.

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