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·20 marzo 2026
O recado de Riquelme sobre Palmeiras e Flamengo na Libertadores

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Juan Román Riquelme reconheceu a força recente de Palmeiras e Flamengo na Copa Libertadores e afirmou que os clubes brasileiros vêm “marcando tendência” no torneio. Presidente do Boca Juniors, o ex-meia avaliou o atual cenário do futebol sul-americano, mas deixou claro que segue confiante no elenco argentino para disputar a competição em alto nível.
A declaração ganha peso porque vem logo após a definição do grupo do Boca na Libertadores 2026. Para Riquelme, o favoritismo recente dos brasileiros precisa ser reconhecido, mas isso não impede o clube argentino de sonhar com a taça e acreditar em confrontos equilibrados dentro do mata-mata.
Riquelme afirmou que é preciso reconhecer a regularidade recente dos clubes brasileiros na Libertadores. Ao citar diretamente Palmeiras e Flamengo, o dirigente indicou que ambos se transformaram em referências competitivas do torneio nos últimos anos. “Temos que reconhecer que, nos últimos anos, os brasileiros vêm sendo muito consistentes,” disse.
A fala mostra um tom de respeito, e não de resignação. Ao mesmo tempo em que aponta o peso dos brasileiros, o presidente do Boca evita tratar eventuais confrontos como algo inalcançável para o time argentino.
A declaração de Riquelme dialoga com uma percepção já consolidada no continente: clubes brasileiros passaram a ocupar papel central nas campanhas mais fortes da Libertadores. Ao mencionar Palmeiras e Flamengo como exemplos, ele reforça o entendimento de que o futebol brasileiro atravessa um ciclo de protagonismo técnico e financeiro na competição.
Ainda assim, o dirigente buscou equilibrar o discurso. Em vez de apenas valorizar os rivais, usou a comparação para defender confiança interna e reforçar a necessidade de o Boca acreditar no próprio elenco.
Mesmo reconhecendo a força de Palmeiras e Flamengo, Riquelme afirmou que o Boca precisa confiar no que tem. Segundo ele, a Libertadores é muito dura, mas continua sendo decidida dentro de campo, em jogos que exigem personalidade, ambição e força mental.
O dirigente também adotou um discurso de sonho e competitividade ao dizer que sempre vai confiar na equipe. Essa visão tenta blindar o grupo de um sentimento de inferioridade antes mesmo de a competição se desenvolver.
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O Boca Juniors já conhece seus adversários na fase de grupos da Libertadores 2026. A equipe argentina terá pela frente Cruzeiro, Universidad Católica e Barcelona SC, em uma chave que abre espaço para o clube construir confiança já nos primeiros compromissos.
Foi justamente nesse contexto que Riquelme falou sobre o cenário do torneio. Ao analisar o grupo e o panorama mais amplo da competição, ele defendeu que o Boca precisa jogar bem, manter a cabeça forte e sustentar a ambição de disputar todos os 13 jogos possíveis da Libertadores.
A fala de Riquelme funciona como reconhecimento público do patamar competitivo de Palmeiras e Flamengo no continente. Os dois clubes são tratados por ele como modelos recentes de consistência e desempenho, algo que amplia ainda mais o peso simbólico de um eventual duelo contra o Boca.
Na prática, isso também fortalece a ideia de que equipes brasileiras seguem sendo vistas como grandes candidatas ao título, inclusive por rivais tradicionais do futebol sul-americano.
Para o Boca, a fala ajuda a construir narrativa de competitividade sem ignorar a realidade da Libertadores atual. Riquelme reconhece o tamanho dos rivais, mas tenta transformar esse cenário em motivação e não em pressão excessiva.
Para Palmeiras e Flamengo, a declaração reforça a imagem de protagonismo continental. Ser citado por um dos maiores ídolos da história do Boca como referência recente da competição é mais um sinal do peso esportivo acumulado pelos brasileiros na última fase do torneio.
O desafio do Boca agora é transformar discurso em desempenho. Com o grupo definido e a estreia marcada para abril, o clube argentino entra na Libertadores 2026 com a missão de confirmar em campo a confiança demonstrada por Riquelme.
A partir daí, um eventual encontro com Palmeiras ou Flamengo dependerá do avanço das fases, mas o recado do dirigente já está dado: o Boca respeita os brasileiros, reconhece o momento deles, porém não abre mão de sonhar alto.
O que Riquelme disse sobre Palmeiras e Flamengo?Ele afirmou que os clubes brasileiros vêm sendo muito consistentes e citou Palmeiras e Flamengo como equipes que marcam tendência na Libertadores.
Riquelme colocou o Boca abaixo dos brasileiros?Não. Ele reconheceu a força dos rivais, mas disse que o Boca precisa confiar no elenco que tem e seguir acreditando na conquista do título.
Quais são os rivais do Boca na fase de grupos da Libertadores 2026?Cruzeiro, Universidad Católica e Barcelona SC.
Por que a fala repercute tanto?Porque parte de Riquelme, presidente do Boca e um dos maiores símbolos do clube, e porque reconhece publicamente o protagonismo recente de Palmeiras e Flamengo no principal torneio sul-americano.
Riquelme ainda acredita no título do Boca?Sim. Ele disse que a Libertadores é dura, mas reforçou que continuará sonhando e confiando na equipe.
A fala de Juan Román Riquelme resume bem o cenário atual da Libertadores: Palmeiras e Flamengo são vistos como referências recentes do torneio, mas seguem sendo alvos que gigantes como o Boca acreditam poder enfrentar de igual para igual.
O reconhecimento do presidente xeneize valoriza o peso dos brasileiros no continente, enquanto mantém viva a ambição argentina por uma campanha longa em 2026.
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