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JB Filho Repórter

·27 gennaio 2026

Os milhões em negociação, o entrave com dois atacantes negociados e o jogador que volta pro jogo

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  • O mercado do Internacional segue agitado, mesmo depois da vitória no Gre-Nal. Enquanto o torcedor ainda comemora o clássico, a diretoria trabalha para ajustar o elenco, aliviar a folha e tentar destravar reforços.
  • A primeira movimentação envolve o goleiro Ivan. Fora até do banco no Gre-Nal — com Rochet titular, Anthoni como reserva imediato e o jovem Diego Esser na concentração —, o goleiro de 28 anos está muito próximo de acertar com o Remo. O contrato dele com o Inter vai apenas até o final do ano, e a tendência é de uma saída definitiva.
  • Neste momento, o Colorado não deve receber valores pela negociação. A ideia é simples: liberar o salário e encerrar um ciclo que não funcionou. Ivan chegou do Corinthians por cerca de R$ 1,5 milhão, e o Inter ainda cedeu 20% dos direitos do goleiro Carlos Miguel. Hoje, olhando o cenário completo, o prejuízo passa fácil dos R$ 6 milhões entre investimento direto e dinheiro que deixou de entrar com a venda posterior de Carlos Miguel. Um erro claro de planejamento, reconhecido internamente.
  • No ataque, a situação mais quente é a de Derik Lacerda. O Cuiabá confirma que existe negociação com o Internacional, mas o negócio travou na forma de pagamento. O clube mato-grossense exige 50% do valor à vista, aceitando parcelar apenas o restante. Já o Inter tenta empurrar tudo para parcelas, o que não vem sendo aceito.
  • Os valores não são considerados fora da realidade, mas para o Inter qualquer entrada alta em dinheiro vira obstáculo. O Cuiabá já recusou proposta de cerca de 1,5 milhão de euros do futebol turco, o que faz o negócio partir, no mínimo, de algo próximo a 2 milhões de euros. Isso significaria um sinal imediato de cerca de 1 milhão de euros, algo que hoje o Inter não quer — ou não consegue — pagar. Esse impasse é o que segura Derick, que chegaria como opção de ponta ou centroavante.
  • Já sobre Alerrandro, o cenário é de muita especulação e pouca definição. Curtidas em postagens do Inter após o Gre-Nal animaram torcedores, mas, na prática, o negócio esbarra em um ponto central: cláusula de obrigação de compra. O CSKA quer incluir uma exigência automática caso o jogador atinja determinado número de jogos, com um valor considerado alto.
  • O Inter recua. A diretoria entende que pretende usar Alerrandro em um cenário de dupla com Borré, e não pode correr o risco de ser obrigada a comprar um jogador caro apenas porque ele cumpriu minutagem. O valor final poderia ultrapassar os 5 milhões de euros, algo hoje fora da realidade colorada. Por isso, a negociação esfriou.
  • E não: a possível chegada de Alerrandro não significa saída de Borré. Pelo contrário. O colombiano foi consultado por Cruz Azul e Fluminense, mas o Inter foi claro nas duas situações: só conversa se a proposta permitir recuperar o investimento feito, que pode chegar a quase 7 milhões de euros. No momento, isso não existe.
  • Internamente, Borré é valorizado. Setoristas relatam melhora clara de rendimento após ajustes feitos por Pesolano, e o atacante ganhou moral após o clássico. A diretoria não trabalha com a ideia de liberá-lo agora.
  • Outros nomes também seguem no radar do mercado. Ronaldo recebeu sondagens de Sport e Guarani, mas optou por ficar. Pesolano gosta muito do jogador e quer testá-lo mais. Thiago Maia, por sua vez, voltou a treinar após dores musculares. Houve acerto salarial com o Santos, mas sem proposta ao Inter, o negócio não avançou. Tentativas do exterior também não se transformaram em oferta oficial.
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