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·2 maggio 2026

Penalti por assinalar e canto do golo do Famalicão que era pontapé de baliza

Immagine dell'articolo:Penalti por assinalar e canto do golo do Famalicão que era pontapé de baliza

Não há dúvidas nenhumas, vão fazer de tudo para tirar o Benfica da Liga dos Campeões.

Já aqui tínhamos avisado. Este árbitro, na primeira volta, arranjou um penálti de ressalto contra o Benfica, no jogo com o Casa Pia, e isso custou dois pontos na Luz. Gustavo Correia esteve nesse Benfica-Casa Pia, que terminou empatado 2-2, e que a polémica nasceu de um penálti assinalado por mão de António Silva depois de a bola ter batido primeiro na perna do central.


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Hoje voltou. E voltou para tirar mais dois pontos ao Benfica.

A expulsão de Otamendi não merece grande discussão. O VAR chamou Gustavo Correia, o árbitro foi ver as imagens e mostrou vermelho direto. Aí não há muito a dizer. O problema está no resto. Está no penálti claro a favor do Benfica que ficou por assinalar. Está no lance em que árbitro e VAR mandaram seguir, perante a revolta de José Mourinho no banco. O Benfica pediu penálti por mão, mas Gustavo Correia e Rui Oliveira nada assinalaram.

E depois há o golo do Famalicão. Um golo que nasce de um canto que nunca deveria ter existido. A bola não desvia em ninguém do Benfica, era pontapé de baliza, mas Gustavo Correia transforma o lance em canto. Do canto nasce o golo. Ou seja, não só não permitiu ao Benfica ir atrás do 0-3, como ainda transformou um pontapé de baliza num canto e, por consequência, num golo.

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É assim que se mexe num campeonato. Não é preciso marcar três penáltis inventados. Não é preciso expulsar meia equipa. Basta decidir mal nos momentos certos. Basta inclinar o critério quando o jogo está a entrar numa fase decisiva. Basta um canto que não existe. Basta um penálti que fica por marcar. Basta um árbitro que já tinha deixado marca contra o Benfica voltar a aparecer precisamente quando o segundo lugar vale milhões da Champions.

Gustavo Correia foi o árbitro nomeado para o Famalicão-Benfica e Rui Oliveira esteve no VAR, como tinha sido anunciado pela imprensa desportiva antes da jornada. Rui Oliveira, convém recordar, é também um nome antigo em polémicas da arbitragem, tendo sido associado a uma ascensão polémica à primeira categoria.

É isto que nós temos na arbitragem portuguesa. Nomeações que parecem provocações. Árbitros que regressam aos jogos do Benfica depois de lances escandalosos. VAR que não vê o que tem de ver. E uma equipa que entra em campo a jogar futebol, mas acaba obrigada a jogar também contra o sistema das pequenas decisões.

Quando o Benfica está numa luta direta pelo acesso à Liga dos Campeões, aparecem sempre os mesmos padrões. As mesmas nomeações difíceis de explicar. Os mesmos critérios. As mesmas coincidências. Os mesmos erros sempre no mesmo sentido.

Querem tirar-nos dos objetivos. Querem tirar-nos a Champions. Querem transformar o segundo lugar numa batalha decidida não só dentro das quatro linhas, mas também nos bastidores das nomeações e nas salas do VAR.

E depois ainda querem que se fique calado.

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