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·7 febbraio 2026

Playboy investidor mostra indignação com revelação sobre gastos de Casares com cartão corporativo

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Figura que cerca os bastidores do São Paulo como potencial interessado na transformação do clube em uma SAF, Diego Fernandes atacou de novo nas redes sociais.

O empresário que promete investimentos de até R$ 1 bilhão se manifestou em tom de indignação ao comentar com seu perfil pessoal a postagem de um portal de notícias sobre o Tricolor onde é repercutida a informação de que o ex-presidente Julio Casares gastou mais de R$ 500 mil em uso pessoal nos cinco anos em que esteve na presidência do clube do Morumbi.


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Fernandes atacou a falta de controle dos órgãos internos do São Paulo para justamente combater situações como essa. E ainda insinuou que esse tipo de situação prejudica atrair interessados em injetar dinheiro no Tricolor.

“O presidente gastou e ninguém viu? Não existe prestação de contas? Quem fiscaliza o presidente? E ainda tem torcedor que acha que investidor sério coloca dinheiro num modelo associativo assim”, indagou.

“Pelo estatuto, as contas da diretoria precisam ser analisadas pelo Conselho Fiscal e aprovadas pelo Conselho Deliberativo e pela Assembleia. Se foram gastos quase R$ 500 mil em cartão corporativo, a pergunta é simples: onde estava o Conselho? Que, fiscalizou? Quem aprovou?”, completou.

O próprio empresário printou a resposta e publicou em suas redes sociais minutos depois, ganhando amplo apoio dos torcedores.

Uma investigação do Conselho Fiscal do São Paulo apontou que o ex-presidente Júlio Casares somou quase R$ 500 mil em gastos pessoais no cartão corporativo do clube durante sua gestão. As despesas incluíram cabeleireiro e lojas de grife.

Os dados vieram à tona depois que o órgão solicitou os extratos do cartão utilizado por Casares, algo que não havia ocorrido desde o início de seu mandato, em 2021. Até então, a prestação de contas do cartão corporativo nunca havia sido exigida internamente. Nesse período, o clube atravessava uma grave crise financeira, com atrasos salariais em alguns momentos e dificuldades recorrentes para pagar direitos de imagem dos jogadores. Ainda assim, o então presidente teria acumulado valores a devolver ao próprio Tricolor, numa média pouco superior a oito mil reais por mês em gastos pessoais.

Casares devolveu o dinheiro, com juros e correção monetária, apenas no segundo semestre do ano passado. O GE ouviu que não existia uma política que obrigasse a devolução desses valores em prazo determinado diretriz que só foi criada após o episódio, por iniciativa do diretor de compliance Roberto Armelin. A ausência anterior de uma política específica e a falta de fiscalização e cobrança pelo departamento financeiro, dirigido por Sérgio Pimenta, desagradaram diferentes alas do clube e do Conselho Deliberativo.

Por outro lado, também foi ouvido o argumento de que uma regra específica não seria necessária, já que o código de ética e conduta do São Paulo teria orientações suficientes para balizar o uso consciente do cartão corporativo. Procurado, o ex-mandatário, que renunciou no mês passado em meio a processo de impeachment, se manifestou por meio de nota enviada por seus advogados: “(Casares) reembolsou integralmente eventuais despesas que não se afigurassem integralmente consequentes da função por ele desempenhada no São Paulo.” A nota acrescenta que, diante da inexistência de regulamentação própria, teria sido o próprio ex-cartola quem solicitou ao núcleo de compliance a elaboração de um regulamento para disciplinar o uso dos cartões.

Armelin preferiu responder por meio da assessoria de imprensa do clube, e Pimenta não se manifestou. Em nota, o São Paulo afirmou: “Com relação ao cartão corporativo disponibilizado ao então presidente, o departamento financeiro detectou a necessidade de um aprimoramento no processo de acompanhamento da utilização. Com isso, houve o ajuste dos processos, e o ex-presidente realizou o reembolso dos valores, com adição de juros e correção monetária.

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