AVANTE MEU TRICOLOR
·9 gennaio 2026
QUE FASE: São Paulo pede e Bragantino aceita receber Rodriguinho só depois de votação do impeachment

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·9 gennaio 2026

Conforme o AVANTE MEU TRICOLOR revelou na quarta-feira (7), o São Paulo definiu a venda de Rodriguinho ao Bragantino. O negócio renderá cerca de 3 milhões de euros (aproximadamente R$ 18,9 milhões) aos cofres do Morumbi, em troca de 50% dos direitos. E pensar que no ano passado, quando se iniciaram as tratativas para a renovação, a diretoria espalhou que esperava arrecadar mais de R$ 100 milhões…
Mas, enfim, a realidade atual mudou. E entre projeções otimistas dos mais, digamos, esperançosos, de que Rodriguinho poderá render uma bela grana no futuro, quando o Bragantino o revender (citaram Helinho como exemplo por aí), um bafafá de bastidores acabou passando batido.
Segundo fontes do Bragantino consultadas pela reportagem, Rodriguinho já assinou contrato de cinco anos com os interioranos. Mas o negócio ainda é tratado como ‘em andamento’ pelo simples fato de que não querem as coisas mais azedas pelos lados são-paulinos, soterrados em escândalos e denúncias.
A avaliação é de que a comunicação oficial da venda de Rodriguinho, sempre tratado pela torcida como um dos nomes mais promissores de Cotia, mas sem uma sequência clara que justificasse o status, pode tumultuar ainda mais o clima, tumultuado por si só com a votação do impeachment do presidente Julio Casares na próxima semana.
Há um acordo informal para a coisa ser oficialmente selada só na próxima semana. Enquanto isso, Rodriguinho seguirá treinando normalmente no CT. Mas evidentemente não jogará na estreia do clube do Morumbi na temporada, domingo (11), contra o Mirassol, fora de casa, pelo Campeonato Paulista.
Conforme o AVANTE MEU TRICOLOR apurou, a decisão do clube do Morumbi em vender sua joia se deu pela falta total de avanço nas tratativas com o estafe do jogador de 21 anos pela renovação do contrato.
Rodriguinho tem vínculo com o São Paulo até dezembro. E, sem acordo para uma renovação, poderá assinar um pré-acordo com quem entender a partir de julho.
Internamente no clube, a questão é tratada de maneira clara: seus empresários vão justamente esperar chegar o meio do ano para acertarem a saída. E o Tricolor quer se antecipar para não ficar de mãos abanando em uma negociação.
Ao passo que, segundo fontes do Morumbi ouvidas, o estafe não apresentou as ofertas europeias que dizia ter, o São Paulo colocou o jogador oficialmente no mercado em dezembro, quando topou negociá-lo com o Botafogo na famigerada troca de jogadores que acabou não se concretizando.
Não importa, pois o sinal foi claro. E era evidente que interessados apareceriam. Rodriguinho atende o perfil de contratação que interessa o Bragantino: jovem, de boa formação em Cotia e com potencial de revenda.
Até o momento, o cenário é de interesse e sondagem, sem oferta formal. O São Paulo observa o movimento, sabendo que a situação contratual do meia pode obrigar o clube a escolher entre renovar ou negociar antes que ele entre em último ano de vínculo.
O São Paulo alega que procurou ao menos três vezes o estafe de Rodriguinho no ano passado para tentar renovar o contrato. A pedida salarial, contudo, estava bem acima do que pretendia pagar o clube. Para tentar o acordo, o Tricolor tentou até mesmo diminuir o tempo de contrato sugerido: de 2029 nas primeiras tratativas, foi para 2028 nas últimas conversas.









































