Rafinha vira chefão da Barra Funda. E São Paulo se divide entre estatutário e iniciante para mandar no futebol | OneFootball

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·21 giugno 2026

Rafinha vira chefão da Barra Funda. E São Paulo se divide entre estatutário e iniciante para mandar no futebol

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O gerente esportivo Rafinha surge como um dos nomes avaliados pela diretoria do São Paulo para assumir em definitivo o departamento de futebol do clube, após a demissão do executivo Rui Costa. Embora o ex-jogador comande o setor de forma interina, o avanço de seu trabalho nos próximos dias determinará a possibilidade de uma efetivação.

A cúpula tricolor ainda não traçou um planejamento definitivo para a sucessão de Rui Costa, o que mantém o cenário em aberto.


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Segundo apuração do AVANTE MEU TRICOLOR, diversos nomes de profissionais do mercado começaram a ser discutidos e sondados pela diretoria são-paulina nas últimas horas, em paralelo ao período de observação do atual gerente.

O problema mais óbvio é que nenhum nome conceituado do mercado aceitaria o cargo por apenas seis meses, tempo que resta do atual mandato de Harry Massis, que terá disputa eleitoral no final do ano para tentar a reeleição.

Uma ala de apoiadores do mandatário, contudo, já vem mexendo os pauzinhos nos bastidores e pressionando para que um nome estatutário assuma funções na Barra Funda.

A opção, descartada por Massis meses atrás, ganha força agora. visto que o presidente precisa de apoio político para suas pretensões políticas em dezembro.

O processo de reestruturação interna ocorre em um momento estratégico da temporada. Mesmo com as mudanças no departamento, o São Paulo permanece ativo no mercado de transferências: a contratação do atacante Victor Sá já foi concretizada, enquanto as negociações pela vinda do zagueiro Arthur Chaves continuam em andamento.

Ao mesmo tempo em que buscava reforços, o diretor também trabalhava para enxugar o elenco. Na última semana, por exemplo, nomes como Cédric Soares e Luan havia sido alocado na lista de dispensas, em um movimento que busca abrir espaço na folha salarial e ajustar o grupo para a sequência da temporada.

Há tempos Rui Costa vem sendo xingado, cobrado e criticado pela torcida, em todos os setores, seja nos estádios, nas redes sociais, e até nas viagens com o elenco, tanto das Organizadas quanto do torcedor comum.

O mesmo presidente Massis que no último mês de maio garantiu que não demitiria Rui Costa do cargo executivo apesar da forte pressão.

“Enquanto estivermos alinhados com o Departamento de Futebol e convictos do projeto em que temos trabalhado, Rui Costa e Rafinha estarão conosco. Sabemos da necessidade de voltar a jogar a Libertadores na próxima temporada e iremos trabalhar para isso”, disse Massis em entrevista ao UOL.

Já no início de junho, a Comissão de Ética do São Paulo protocolou um pedido de demissão de Rui Costa por não entregar contratos em investigação contra o ex-diretor Carlos Belmonte.

Se o presidente não teve como segurar Costa, Rafinha segue mantido no cargo. O gerente esportivo chegou em janeiro, não corre riscos e será o ‘homem forte’ do futebol até a chegada de um novo profissional que tome à frente nas contratações tricolores. O nome deve ser discutido com o treinador Dorival Júnior, que está dando ‘sua cara’ ao elenco.

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