Renato destaca atuação do Vasco, mas reprova gol anulado: “VAR é complicado” | OneFootball

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·22 aprile 2026

Renato destaca atuação do Vasco, mas reprova gol anulado: “VAR é complicado”

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Renato Gaúcho não escondeu a satisfação pela vitória do Vasco por 2 a 0 sobre o Paysandu no jogo de ida da quinta fase da Copa do Brasil. Entretanto, o treinador reconheceu as dificuldades impostas pelo adversário e não poupou críticas à decisão do árbitro Ramon Abatti Abel, que anulou o terceiro gol vascaíno após revisão do VAR.

“Paysandu deu bastante trabalho, principalmente no primeiro tempo. Já sabíamos que seria um jogo difícil, hoje em dia não tem mais vitória fácil. Portanto, foi importante a entrega e a dedicação, que mais uma vez meu time teve. Conseguimos um resultado difícil, com viagem longa. Tivemos uma boa exibição, que deu para o gasto e vamos levar uma pequena vantagem para o Rio de Janeiro”,  iniciou o comandante cruz-maltino.


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No primeiro tempo, o time carioca sofreu com a marcação intensa do Paysandu e com as brechas na defesa. Já na etapa final, o Cruz-Maltino se reorganizou e rapidamente construiu o placar com dois gols. Nos acréscimos, Brenner fez boa jogada e serviu Nuno, que fez o terceiro gol. O lance, orém, foi invalidado após o árbitro considerar falta de Brenner sobre Bispo na disputa pela bola.

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Matheus Lima/Vasco

“Gol legítimo. O Ramon Abatti teve uma boa atuação, mas o VAR é complicado. Futebol é esporte de contato, não houve nada no lance. Nem o zagueiro deles reclamou. Não estou reclamando, só alertando. Conseguimos fazer os dois gols, o Paysandu se desesperou um pouco e não aproveitamos mais. Mas é uma boa vantagem”, prosseguiu.

Peso emocional para Renato

A partida teve um peso emocional especial para Renato. Antes de embarcar para Belém, ele recebeu a notícia da morte de sua irmã, Iris Portaluppi. Mesmo sob abalo, decidiu permanecer à frente da equipe. Após o apito final, além de comentar sobre o desempenho do time e a polêmica da arbitragem, o treinador também falou sobre a dor da perda pessoal que enfrentava.

“Difícil falar em um momento desses, porque é difícil perder um ente querido, principalmente a minha irmã a quem eu tinha um carinho grande. Quando estava no embarque, recebi a mensagem. De ontem para hoje (terça-feira), não comi quase nada. Normal, é o sentimento. Vim aqui, fiz questão de fazer o jogo. O presidente ofereceu para eu voltar. Quis ficar com o grupo. É difícil, mas acontece com todo mundo. Levantar a cabeça e trabalhar. Que ela possa estar lá em cima, no céu, com meus pais”, concluiu Renato.

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