Retrospectiva do Vitória em 2025: acúmulo de frustrações e torcida salvando o time | OneFootball

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·31 dicembre 2025

Retrospectiva do Vitória em 2025: acúmulo de frustrações e torcida salvando o time

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Não dá para dizer que 2025 foi um ano satisfatório para o Vitória. A temporada começou com esperança e promessas, mas terminou com uma salvação nos braços da torcida. De percalços, eliminações e resultados frustrantes ao alívio da permanência. Vamos relembrar a temporada do Leão a seguir.


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A invencibilidade enganosa

O ano começou com o Vitória ainda embalado pela sequência de jogos sem perder que vinha do ano anterior e durou até 12 de março, quando a invencibilidade enganosa trocou de lugar com o início da agonia.

Ao todo foram 22 jogos sem perder, mas uma sequência que infelizmente não levou a nada.

Saídas de jogadores, vexame na Copa do Brasil e sem título baiano

Um dos problemas do início de ano foi a saída de jogadores que tinham contrato, mas “fizeram força” para sair. primeiro foi Lucas Esteves, que chegou a colocar o clube na Justiça para rescindir. E depois Wagner Leonardo, que chegou a ser tentado pelo Bahia, mas ficou e gerou a campanha “História não se vende”, só para em seguida pedir para ser vendido. Curiosamente, ambos foram para o Grêmio.

Em meio a isso, o time caiu na Copa do Brasil, como falamos no tópico anterior, e logo na sequência perdeu o título estadual para o rival dentro do Barradão.

Sul-Americana, primeira parte do Brasileirão e tchau de Carpini

Apesar de ter ficado em um grupo relativamente fácil no seu retorno à Sul-Americana, o Vitória caiu ainda na primeira fase com direito a uma derrota com gol contra na última rodada.

O trabalho de Thiago Carpini poderia ter sido finalizado após o empate com o Cruzeiro em 0x0 no Barradão, último jogo antes da pausa para a Copa do Mundo de Clubes. O Vitória era o 16º com 11 pontos e não vinha conseguindo render. Mas o presidente Fábio Mota deixou passar a parada, deu mais um jogo a Carpini e o pior aconteceu.

O Vitória perdeu, em casa, para o Confiança nas quartas de final da Copa do Nordeste e desperdiçou uma das mais fáceis chaves para chegar à decisão do torneio.

Vexame, Carille e Rodrigo

Após a saída de Carpini, o time acertou com Fábio Carille. O time parecia que iria reagir, mas logo uma sequência de jogos sem conseguir vencer voltou à tona e culminou na humilhante derrota por 8×0 para o Flamengo, no Maracanã. O treinador foi demitido na madrugada após o jogo.

O time então colocou Rodrigo Chagas, ídolo do clube como jogador e que estava retornando ao Vitória para comandar o sub-20, como interino. Foram três partidas, chegando até mesmo a efetivar Chagas. Porém, não havia condição para a permanência de Rodrigo. Ou trocava, ou o time aceitava o rebaixamento.

Jair Ventura chega, a torcida abraça o time e o Vitória se salva

Após o 8×0, a torcida Os Imbatíveis e outros grupos foram ao Barradão para conversar com o elenco. Criou-se a partir dali um pacto. A torcida não abandonaria o time, lotaria o estádio e faria de tudo, inclusive “passar a mão na cabeça” de jogadores pouco prestigiados.

E a união, somada à chegada de Jair Ventura, deu certo. Com ele no comando, o Vitória fez 14 jogos com 7 vitórias, 2 empates e 5 derrotas. O Leão sofreu, mas escapou do rebaixamento ao vencer o São Paulo por 1×0 na última rodada, encerrando na 15ª colocação.

Arena Barradão, SAF e eleições

O ano ainda foi marcado por workshops sofre SAF, desavenças entre Fábio Mota e o grupo Movimento Vitória SAF, o anúncio do projeto da tão sonhada Arena Barradão e a reeleição de Mota com mais de 85% dos votos para um novo mandato de três anos à frente do clube.

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