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·20 maggio 2026
Roberto Martínez: «Mundial 2026 com Portugal é o maior desafio da minha vida»

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·20 maggio 2026

Roberto Martínez, selecionador de Portugal, foi o convidado desta quarta-feira do programa 'Grande Entrevista', da RTP, e falou sobre vários assuntos da atualidade do futebol luso.
Olhando para os 27 jogadores que escolheu, acredita ter pela frente os futuros campeões do mundo? «Acho que precisamos de ter uma visão enquanto equipa. A nossa visão é essa, temos um processo e temos de o executar de uma forma perfeita.»
Qual é o seu grau de confiança? «Este é o meu terceiro Mundial e sei que não há uma equipa que chegue ao Mundial já campeã. Há sim equipas que vão crescendo, que têm resiliência e que usam o talento que têm para tentar vencer. Para já temos três jogos e temos de os utilizar para chegarmos a um nível que nos permita ganhar o Mundial.»
É o maior desafio da sua vida? «Sim, sem dúvida. Estou à frente de Portugal há três anos, já ganhámos uma competição, o balneário é forte... Temos juventude e experiência, eu próprio quero usar a minha experiência para ajudar os jogadores.»
Portugal tem a melhor seleção do mundo? «Comparar seleções é sempre subjetivo. A nível de talento? Estamos ao nível dos melhores balneários do mundo. O que precisamos é perceber como podemos reagir em termos de resiliência. Os valores da equipa são muito importantes. Precisamos que a nossa caminhada esteja cheia de responsabilidade para ajudar o talento que temos. O Mundial é a melhor competição do mundo e a equipa está preparada. O objetivo dos jogadores é dar tudo para fazerem a diferença nesta luta contra a história. Acredito muito nos jogadores e que estamos no momento certo.»
Além de Portugal, quem são os grandes favoritos? Espanha, França, Alemanha, Argentina e Brasil? «Sim, concordo. O aspeto psicológico é muito importante, perceber como é que podemos reagir depois de um momento difícil: a Espanha e Argentina foram campeãs depois de perderem o primeiro jogo. O importante é que a equipa seja resiliente e que isso esteja acima do talento individual. Há oito seleções que já foram campeãs e que usam as gerações anteriores como motivação. Nós, como nunca vencemos, temos de acreditar muito que podemos acreditar o nosso sonho. O importante é jogarmos sempre olhos nos olhos com estas seleções.»
Qual o objetivo mínimo? «A nossa responsabilidade é podermos atingir marcadores que não sejam o marcador final. Nós estamos a tentar usar o nosso talento para sermos competitivos. Não quero dizer que chegar aos quartos seria um bom Mundial para Portugal. Um mau Mundial? Não darmos tudo o que podemos dar, isso é que podemos controlar.»
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