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·28 aprile 2026
Rui Borges e as lesões do plantel: «É natural que a fatura seja paga»

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Rui Borges fez esta terça-feira a antevisão ao duelo com o CD Tondela, partida em atraso da jornada 26 da Liga Portugal Betclic.
Como vai ser gerido a nível emocional o jogo?: «Nesta fase é o mais importante. Temos de ligar toda a gente e fazer tudo para vencer. O Tondela também está a precisar de pontos e que tem sido bastante audaz com o seu novo treinador, com o objetivo de ser mais protagonista em campo. Vão dar a vida pelos pontos e nós também temos de dar. Já não dependemos de nós, mas temos que fazer a nossa parte. Temos de ter algo extra de força e atitude.»
Qual o motivo para não ter jogado com os melhores de início na Vila das Aves?: «O adepto diz para meter o Manel, mas se eu meter o Manel ele diz para colocar o António. Isto vai além de escolher 11 para jogar. Os melhores é relativo. Nesta fase não há muito para treinar, é respirar. No sentimento e no diálogo percebemos que certos jogadores não estavam a 100 por cento. Fizemos muito para ganhar, mas não fizemos golos. Fizemos o suficiente para ganhar. Há jogadores esgotados e o corpo não responde da mesma forma.»
Desgaste mental é elevado?: «É maioritariamente. O aspeto mental pode melhorar ou piorar o físico. A eliminação da Liga dos Campeões teve peso, a equipa sentiu que podia ter feito mais história. O jogo com o Benfica foi duro, num segundo passamos de ganhar para perder. Depois foi a luta no Dragão para estar na final da Taça de Portugal. Tivemos quatro jogos de exigência máxima seguidos. Podemos pagar essa fatura, mas queríamos estar nessas provas e temos de lidar com isso.»
Renovação está certa?: «Estou feliz e trabalho num grande clube. Infelizmente ficámos fora da luta do tricampeonato nas últimas semanas. Tivemos até ao final em todas as competições e há um sentimento de confiança diário. O rumo está bem traçado. Infelizmente não vamos ganhar sempre e o treinador tem sempre responsabilidades.»
18 jogadores tiveram lesões. Afetou a gestão da equipa?: «Normal não é, lógico. Há coisas que não controlamos e não foram 18 lesões musculares. Aí seria preciso repensar as coisas. Prejudicou-nos em alguns momentos e é natural que a fatura seja paga. No início, consegui gerir a equipa, mas depois jogadores importantes ficaram de fora. É o que é, não podemos controlar.









































