Território MLS
·18 maggio 2026
Seis nomes da CONCACAF para ficar de olho na Copa do Mundo

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·18 maggio 2026

Seis seleções da CONCACAF estarão na próxima Copa do Mundo, e cada equipe conta com nomes interessantes para o público acompanhar
A Copa do Mundo sempre funciona como uma vitrine global para talentos de diferentes continentes, e a CONCACAF chega cada vez mais forte ao cenário internacional. Tradicionalmente vista como uma confederação em desenvolvimento, a região vem revelando jogadores capazes de competir em alto nível nas principais ligas do planeta e de decidir partidas importantes contra seleções históricas.
Com Estados Unidos, México, Panamá, Haiti e Curaçao apresentando nomes interessantes para o futuro, e também para o presente, a expectativa é de que vários atletas da CONCACAF chamem atenção na próxima Copa do Mundo. Alguns já são conhecidos do grande público, enquanto outros aparecem como promessas prontas para explodir em nível internacional.
Entre experiência, juventude e liderança técnica, o Território MLS selecionou cinco jogadores da CONCACAF que merecem atenção especial no Mundial.
O meio-campista Weston McKennie já não é novidade para quem acompanha futebol europeu, mas continua sendo um dos grandes símbolos da evolução dos Estados Unidos no cenário mundial. Atuando em alto nível no futebol italiano nos últimos anos, McKennie se transformou em peça essencial da seleção americana graças à intensidade, versatilidade e personalidade dentro de campo.

Foto: divulgação/USMNT
Capaz de atuar como volante, meia central ou até mais avançado, o jogador combina força física com boa chegada ofensiva. Em jogos grandes, costuma crescer de rendimento e assumir protagonismo, algo extremamente importante em torneios curtos como a Copa do Mundo.
A seleção dos Estados Unidos aposta em uma geração extremamente competitiva, e McKennie aparece como um dos líderes naturais do elenco. Sua experiência internacional pode ser determinante para levar os americanos mais longe no torneio.
Além disso, o estilo moderno do jogador encaixa perfeitamente no futebol atual: pressão alta, transições rápidas e intensidade durante os 90 minutos. Não será surpresa se ele terminar a competição entre os melhores meio-campistas da CONCACAF.
O México sempre entra em Copas do Mundo cercado por expectativa, mas desta vez os olhares também estarão voltados para a renovação da equipe. E poucos nomes representam melhor esse futuro do que Gilberto Mora.

Foto: divulgação/México
Considerado uma das principais promessas recentes do futebol mexicano, Mora chama atenção pela maturidade precoce, criatividade e capacidade de acelerar o jogo no último terço do campo. Mesmo jovem, demonstra personalidade rara para pedir a bola em momentos decisivos.
O futebol mexicano busca há anos revelar atletas capazes de desequilibrar tecnicamente contra seleções europeias e sul-americanas. Gilberto Mora aparece justamente como esse perfil: um jogador criativo, inteligente e com grande visão ofensiva.
Sua movimentação entre linhas e facilidade no drible curto fazem dele uma arma importante em partidas mais fechadas. Caso tenha minutos relevantes na Copa, pode rapidamente ganhar destaque internacional e despertar ainda mais interesse do mercado europeu. A torcida mexicana costuma abraçar jogadores ousados e talentosos, e Mora reúne características para se tornar um dos novos rostos da seleção nos próximos ciclos.
O Haiti talvez não chegue à Copa do Mundo cercado pelo mesmo favoritismo de outras seleções da região, mas isso não significa falta de talento. Um dos nomes mais interessantes da equipe é Jean Rigner Bellegarde.
O atacante vem chamando atenção pela velocidade, movimentação ofensiva e capacidade de criar perigo em espaços reduzidos. Em seleções que costumam enfrentar adversários tecnicamente superiores, jogadores explosivos e objetivos ganham ainda mais importância, exatamente o perfil de Bellegarde.
A seleção haitiana tradicionalmente aposta em intensidade e transições rápidas, e o atacante encaixa perfeitamente nesse modelo. Sua aceleração nos contra-ataques pode incomodar qualquer defesa, principalmente em jogos de mata-mata, onde detalhes fazem enorme diferença.

Foto: divulgação/Haiti
Outro ponto importante é a personalidade demonstrada em jogos decisivos da região. Mesmo jovem, Bellegarde demonstra confiança para assumir responsabilidades ofensivas e buscar jogadas individuais. Para o Haiti, uma boa campanha passa diretamente pela capacidade de seus atacantes aproveitarem as oportunidades criadas. E Bellegarde surge como o principal nome para transformar velocidade em gols.
Enquanto algumas seleções apostam na juventude, Curaçao conta com a experiência de Leandro Bacuna como referência técnica e emocional. Veterano do futebol europeu, Bacuna construiu carreira sólida atuando em ligas competitivas e se tornou um dos jogadores mais importantes da história recente da seleção de Curaçao. Sua versatilidade chama atenção: pode jogar no meio-campo, nas laterais e até em funções mais ofensivas.
Em competições internacionais, jogadores experientes fazem enorme diferença, principalmente em momentos de pressão. Bacuna oferece justamente esse equilíbrio para a equipe caribenha.

Foto: divulgação/curaçao
Além da qualidade técnica nas bolas paradas e na construção ofensiva, o jogador também exerce papel fundamental na liderança do elenco. Em uma Copa do Mundo, onde o aspecto emocional pesa bastante, ter atletas acostumados a grandes ambientes competitivos pode mudar completamente o rendimento de uma seleção.
Curaçao evoluiu muito nos últimos anos dentro da CONCACAF, e Bacuna simboliza esse crescimento. Seu desempenho pode ser decisivo para transformar jogos equilibrados em resultados históricos.
Entre os jogadores da CONCACAF que chegam em alta para a Copa do Mundo, poucos atravessam momento tão positivo quanto Ismael Díaz.
O atacante panamenho vive fase de afirmação e se consolidou como uma das principais referências ofensivas da seleção. Rápido, agressivo e extremamente participativo, Díaz oferece profundidade ao ataque e aparece constantemente em zonas perigosas do campo.
O Panamá cresceu muito internacionalmente nos últimos anos graças a um futebol competitivo, organizado e intenso. Dentro desse contexto, Ismael Díaz se destaca justamente pela capacidade de romper defesas e acelerar transições ofensivas.

Foto: divulgação/Panamá
Outro diferencial importante é sua movimentação sem bola. O atacante entende bem os espaços e consegue criar oportunidades mesmo contra linhas defensivas compactas. Em torneios curtos, jogadores decisivos no último terço costumam ganhar enorme protagonismo.
A seleção panamenha sabe que precisará aproveitar cada oportunidade na Copa do Mundo, e Díaz pode ser o atleta capaz de transformar poucas chances em gols importantes.
A evolução dos jogadores da CONCACAF mostra como o futebol da região mudou nos últimos anos. Antes vista apenas como participante coadjuvante em Mundiais, a confederação agora apresenta atletas inseridos em grandes ligas, seleções organizadas e jovens talentos com potencial internacional.
Nomes como Weston McKennie, Gilberto Mora, Jean Rigner Bellegarde, Leandro Bacuna e Ismael Díaz representam diferentes perfis, mas têm algo em comum: capacidade de impactar jogos importantes.
A próxima Copa do Mundo pode consolidar definitivamente o crescimento da CONCACAF no cenário global. E acompanhar esses jogadores será essencial para entender como a região pretende competir contra as maiores potências do futebol mundial.
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